Momento: A distância do Momento!

“O amor é o espaço e o tempo medidos pelo coração.” – Marcel Proust

A arte de amar nem sempre é simples… às vezes falta colorido, sobra distância, os traços são fortes ou fracos demais, o pincel se desgasta e em outros momentos a tela parece grande e infinita dando a sensação de que nunca se tornará um belo e encantador quadro. 


Não há como medir 
A distância do momento.
Tão longe ficamos… e,
Não chegamos! 
Nem fomos!
Há um lugar comum
Um vazio… restou
Uma saudade ficou.

Quero ouvir 
Tuas histórias 
Ainda não contadas
Então! Demoras
Um pouco mais…

Ocupa meu olhar 
Com a tua imagem 
Meu desejo
Com tua sensualidade
Minha boca
Com teu beijo.

Acabam-se as tintas, 
Desbotam as cores
Da poesia a ser escrita
No livro da vida.

Não adie o que
O tempo roubou
O medo enterrou. 

Seja meu verso perfeito 
No risco do meu poema
Seja flor temporã
No outono que perdura. 
Seja manhã clara 
Entardecer na varanda
Seja o amor guardado 
Pela eternidade de uma vida
Pelo tempo infinito de um beijo…

Então fica! Então fico! 
Simples assim!


No entanto quando a tinta usada é a tinta “invisível do amor”… todas as distâncias, incertezas e tristezas, se diluem no espaço de uma pincelada, e surpreendentemente, surge acabada e radiante a obra mais bela pintada pelo amor e pela esperança.


Cláudio Cordeiro 🐉

Seja a Presença no Momento da Distância!

Reflexão: Aprendendo a Amar

“Passamos a amar não quando encontramos a pessoa perfeita, mas quando aprendemos a ver de maneira perfeita uma pessoa imperfeita.” – Sam Keen

Dragon refletia sobre a necessidade de nos amarmos… e assim amarmos quem queremos amar.

Quando iniciamos um relacionamento, seja qual for, junto com o amor também entregamos uma pequena lista de sentimentos: medos, frustrações, insegurança, arrogância, carências, angústias, mágoas e muitas dores emocionais. E assim fazemos, porque não providenciamos antes a construção do amor em nós. Esquecemos que primeiramente temos de amar a nós mesmos.

A maneira como nos tratamos é também a forma como vamos tratar as pessoas que amamos. Se a relação com nós mesmo não está bem, como poderemos construir uma relação saudável com outra pessoa? Inevitavelmente esse desajuste no campo pessoal afetará de forma variada e prejudicial a relação com os outros. E o mais interessante é que nem sempre temos consciência dessa falta de auto amor, e por isso passamos a responsabilizar a pessoa que amamos (amigo, namorada, esposa, filho…) pelas situações e fatos ruins que sentimos. Conforme nos diz André Luiz:

“A forma como nos tratamos cria um campo vibracional, energético entre nós e o objeto amado.”

Se nós não nos preocupamos em realizar os nossos desejos, em fazer aquilo que entendemos ser o melhor para nós, não sendo fiel com o nosso querer e com nossas necessidades, com certeza essa atitude poderá trazer desengano e decepção para os nossos relacionamentos afetivos. Precisamos prestar mais atenção às nossas necessidades, tratando com mais leveza e docilidade os nossos desejos mais íntimos. É preciso respeitar os nossos sentimentos para sermos respeitados pelas pessoas e pela vida.

Se vivemos o trágico medo da rejeição, a relação é visitada constantemente pela incontrolável necessidade de agradarmos o outro, no intuito de não perdermos o carinho, o amor.

Se guardamos frustrações e magoas, no decorrer da vida, surge ferrenha e poderosa a cobrança e a rigidez para com a pessoa amada, na tentativa de que ela não trilhe os mesmos caminhos que nos foi motivo de desajustes e dores.

Se não compreendemos a solidão e a carência que trazemos no interior de nossa alma, não compreenderemos a ausência do outro. Assim, a tendência é exigirmos que o outro nos conforte o ego em demasia (mimos) e expresse o reconhecimento constantemente.

Se nós nos encontramos doentes com conosco mesmo, o que acontecerá com nossas relações de amor? O mesmo!  Ela refletirá a nossa doença, dor, magoa e imperfeições.

Se dizemos que amamos alguém, sem antes ter a consciência de que nos amamos, o amor que vamos ofertar acabará sufocado, enjaulado em nossas limitações e desencantos emocionais.

Se nós não conseguimos ter atitudes que diluam nossos problemas, dificuldades, estaremos correndo o risco de colocar a nossa felicidade no bolso do outro. Ninguém é responsável por nos fazer feliz. A nossa felicidade está em nós. Só nós temos esse poder.

Jamais deixe de amar… Continue amando… O amor é a construção do infinito desencadear das relações duradouras. Ame! Mas ame da maneira que você dá conta. Ame! Mas ame com intensidade e verdade. Ame! Mas ame com a delicadeza e perfume da mais simples flor.

Ame! Mas antes de tudo… Conheça-te!


“Simples assim! Ame a si mesmo e aprenda, aprendendo a amar. Fazendo assim, construímos dias plenos de felicidade para nossa vida e na vida de quem amamos.” – Dragon

Cláudio Cordeiro 🐉

Sensual: Amanhecer de Domingo

Maravilhosa, Phoenix! Desejoso, Dragon!

Uma varanda
Um café da manhã
Um desejo
Um ensejo.

Calor! Fim de Verão
A varanda iluminada
Palco de intensa paixão
Realização de todo prazer
.

Balanço na varanda
Poesia do desejo
Poema da fantasia
Sensualidade do amor.

Na intimidade do ninho, Dragon e Phoenix, aproveitam a noite silenciosa de sábado com uma cerveja gelada desfrutando o gostoso filme. A noite se esvai pela madrugada e Dragon adormece na simplicidade de sua caverna…

O cantar dos pássaros anuncia o amanhecer de domingo. O sol inicia seu despontar no horizonte iluminando, com seus primeiros raios, a singela e refrescante varanda. Varanda de sonhos e encantos, rodeada por árvores frondosas, habitadas por bagunceiros esquilos. Pequena no tamanho, imensa nas possibilidades. De tábua corrida amarronzada com pequenas frestas, permite o frescor do vento correr sem obstáculo. Protegida por pequena grade de ferro com detalhes em arco, acolhe em seu recanto, com generosidade, a singeleza da mesa de vime com suas cadeiras acopladas e a simplicidade do balanço. Pequeno bonsai da árvore da prosperidade embelezam ainda mais o ambiente banhado diariamente pelo calor do sol e refrescado ao anoitecer pela claridade do luar.

Dragon em sua ousadia, silenciosamente alcança a cozinha, espaçosa na simplicidade, para preparar o suculento e mágico café da manhã.

Phoenix em sua delicadeza, esparramada no ninho de amor, entre o acordar e o dormir, sonha num sono sereno, para despertar com fantasia, alegria e sabor.

A cafeteira apita anunciando em vapor perfumado o sabor do café. Os Croa sonhos estão no forno e começam a crescer anunciando em explosão deliciosa o encanto ao amanhecer. O suco de goiaba na jarra banha inúmeras pedras de gelo, derretendo-as com seu calor. Fatias de pão saltam, amarronzados, para fora da torradeira impregnando o ambiente com o aroma seco de seu sabor. Acompanhando as maravilhosas torradas surgem cremoso o creme de avelã e a suculenta geleia de pêssego. O mamão picado, e disposto no formato de um coração envolve dois lindos morangos com avidez e gentileza.

A varanda é cuidadosamente preparada. A singela mesa, agora coberta por toalha fina, estampa com flores e folhas coloridas se estende até o chão, lembrando a primavera no outono que se apresenta. O rustico balanço recebe pequena almofada em seu colo. A varanda em sua majestosa singularidade acolhe os primeiros raios de sol, iluminando e aquecendo o espaço, enquanto Dragon distribui com carinho os ingredientes do café, que será invadido por uma deliciosa sensação de prazer ao amanhecer.

Dragon após um refrescante banho matinal desfila pelo ninho reconfortante em sua cueca branca justa e definidora de seu desejo. Gotículas de água morna deslizam de seu cabelo por seu corpo, dando uma sensação de frescor. A fragrância exala, sensualidade com intensidade, perfumando o ambiente.

Dragon avança em direção ao quarto, onde a Phoenix, dorme envolta em seus sonhos. Chegando na porta seu olhar, de desejo e sedução, adentra todo espaço fixando na maravilhosa companheira que permanece adormecida em seu encanto de menina, mulher. Serenamente caminha até a cama dobrando-se de joelhos, deixando-se admirar infinita beleza esparramada sob o lençol a cobrir apenas suas pernas. Pequena calcinha que mais parece um shortinho, rosa claro, com desenhos pretos e detalhes verdes, revelam as sensuais curvas esparramada, desnuda no doce ninho de amor. A suavidade de sua pele, clara como o luar, repleta de pequeninas e incontáveis pintas, que lembram as estrelas a embelezarem ainda mais a admirável noite enluarada.

Encantado! Com um olhar fixo e ansioso, Dragon, sussurra extasiado: Uau! Que delícia de mulher… e carinhosamente toca sua pele macia, e com suavidade cheira seu pescoço e suspira com leveza, balbuciando em seu ouvido:

Bom dia! Desperta Phoenix, flor matinal a iluminar meu jardim de esperança e clarear meu dia em prazer. Acorda minha amada, vamos saborear um delicioso café matinal no desabrochar do domingo. Vem! Vem! Em meus braços e permaneça no meu coração

Suas palavras causam arrepios e suspiros intensos de intenções, inteiros de desejo na Phoenix, que com delicadeza remexe de um lado para o outro. Abre seus olhos vagarosamente e olha Dragon com olhar de saudade, carinho e paixão. Abre um lindo sorriso iluminando o encontro ao amanhecer. Num átimo de pensamento Phoenix puxa Dragon pelo pescoço e lhe beija com sofreguidão. Um beijo delicioso e de tirar o folego.  E pergunta: Onde está o café. Quero café na cama meu Dragon. “Estou tão preguiçosa…”.

Dragon retira o lençol desnudando por completo seu corpo. Num movimento majestoso a pega em seus braços.  Seus rostos se encontram, a Phoenix lança seus braços em torno de seu pescoço e mais uma vez o olhar se cruza em sintonia para um longo e delicioso beijo enquanto Dragon caminha em direção a varanda carregando em seus braços a sua amada.

Chegando na varanda Dragon delicadamente a coloca no pequeno balanço. Ela se acomoda e fica olhando para seu amor esperando o próximo passo. Dragon se vira e pega em cima da mesa uma rosa “laranja” colhida no jardim dos sonhos e perfumada com o amor da realidade. Dragon se põe a fitar sua amada e roubando as palavras de William Shakespeare declama:

A longa distância apenas serve para unir o nosso amor.
A saudade serve para me dar
a absoluta certeza de que ficaremos para sempre unidos...

E nesse momento de saudade,
quando penso em você... eis que surge tua doce presença,
com o esplendor de um anjo;
e me envolvendo como uma suave brisa aconchegante...

Tudo isso acontece porque amo e penso em você...

E beijando a rosa, entrega para Phoenix, que a cheirando profundamente deixa escapar o belo sorriso que se confunde com os raios do sol a iluminar ainda mais a manhã de domingo.

O momento se faz inebriante e repleto de amor. A Phoenix curva seu corpo até a mesa e retira mansamente um morango. Seus lábios o envolve deliciosamente. Sua boca o envolve com tanta sensualidade ao mordê-lo deixando escorrer pelo canto um pouco do seu caldo avermelhado produzindo uma sensação extremamente gostosa em todo o corpo do Dragon. Olhando novamente nos olhos do Dragon convida-o a participar do café estendendo a mão e puxando-o pelos braços até que esteja sentado ao seu lado saboreando um pedaço do morango ofertado pelos calientes lábios. Envolvido pelo desejo, Dragon aproveita para novamente se enroscar na sensualidade de sua boca, tragando-lhe o ar, sorvendo o sabor de sua língua e saboreando o gosto de mordiscar seus lábios.

O olhar intenso da Phoenix é de excitação. Dragon a deseja inteiramente nesse momento. Sua capacidade de raciocinar se esvai quando a sua mão toca com suavidade sua perna e em movimentos delicados vai subindo por sua coxa fazendo-o suspirar profundamente. Sua mão percorre todo os espaços possíveis, do majestoso e inquieto desejo, até que seus dedos encontram a volumosa ânsia dragoniana, fazendo seu corpo inteiro estremecer de paixão. Mais um beijo e a maciez de sua mão o faz delirar sob os raios do sol.

Na volúpia do desejo e desconsiderando a paisagem, Dragon e Phoenix, inteiramente desvelados são invadidos pelo inebriante frescor e revigorante perfume da brisa matinal, encobertos pelos raios solares, aquecendo a insensatez do café matutino, num insensato momento de amar…

Acariciando com intensidade o corpo da Phoenix, esculpido pelo criativo erotismo da natureza, sua mão inquieta, desliza suavemente pela planície lisa da natureza exuberante, caminhando entre montanhas majestosas, planaltos inebriantes e mares de ondas sufocantes, Dragon, admira cada detalhe, com cupidez no olhar. Num movimento de voracidade, Dragon levanta-se ficando diante da magistral Phoenix que institivamente pega o creme de avelã saboreando o doce sabor do chocolate, dando “aquela olhadinha para cima”, estampando no olhar toda excitação do momento. Ah que delícia…

A Phoenix usa e abusa da imaginação… sua língua é feroz e sensível, suas palavras estimuladoras, envolventes, enlouquecendo o já louco de prazer Dragon, que dobra seu majestoso corpo, em direção à nascente, permitindo a Phoenix percorrer toda intimidade disponível, em um caminhar rítmico na estrada do amar, criando sensações de prazer indescritível. A cada passo, gemidos e sussurros são lançados ao vento ecoando rumo ao nascer do sol.

As palavras permanecem no pensamento porque o desejo as sufocam. Repentinamente, Dragon rompe o caminhar prazeroso da Phoenix, que mesmo supressa, obedece silenciosamente, seguindo por novas trilhas. Segurando com firmeza sua mão e num movimento repentino, coloca-a a seu lado para vislumbrar o encanto do céu azul ao roçarem seus corpos na leveza da varanda. Seus dedos adentram o lindo cabelo cacheado e os seus lábios se encontram num beijo insano e louco tanto quanto eles. Fazendo-a segurar firme, no beiral da varanda, Dragon invade o limite do ilimitado prazer de adentrar as fantasias mais secretas da sua desejosa presença em movimentos silenciosos a demarcarem o seu entrar… e o seu sair…

No brilho aquecido do sol, Dragon se espalha pelo balanço a admirar a sinuosidade mágica, redonda e avassaladora do café matinal… virando o olhar sedenta por uma fruta, a Phoenix afasta-se do beiral aproximando vagarosamente. Seus joelhos alcançam as almofadas do balanço fazendo seu lindo corpo deslizar sobre o tórax largo e avantajado. No átimo de um olhar que encontra o beijo, a energia se faz perfeita e Dragon desliza seus lábios, frenéticos de volúpia, mordiscando a fruta deliciosa que segura ora fortemente, ora suavemente em suas mãos. No mordiscar dos lábios, a faminta Phoenix, avança possibilitando o navegar pela sinuosidade do rio divinamente esculpido entre planaltos perfeitos. Os olhares, toques, gestos, pensamentos, desejos interagem freneticamente, e a cadência do balanço, no navegar de sua intimidade, proporciona em Dragon a doce ilusão de permanecer inteiramente preso na liberdade de seu interior, no singelo e intenso momento de perfeita melodia. A sensação gestada na sintonia harmoniosa do êxtase, é indescritível e fantástica, fazendo escapar, pelo pensamento, sorrisos, repletos de prazer.

Enlouquecidos na avidez, extasiados pela cupidez do instante, Dragon pulsa ardentemente, Phoenix crava as unhas em seu ombro, na liberdade de alcançarem o clímax se entregando a leveza e sutileza de movimentos cada vez mais fortes, rápidos, profundos, conduzindo-os pelos caminhos inconfessáveis do saboroso orgasmo no café da manhã dominical, escrito com a tinta invisível do amor na página magistral da varanda.

Sentado...

No balanço da varanda,
Na varanda do amor,
Anseio pela lucidez,
Lucidez de um momento...
Escapou, pela porta do coração,
Não me deixando razão.

Para ser diferente sem ser indiferente.

Na sacada da varanda,
Na varanda do amar,
Refleti... 
Na tentativa de unir
Sonhos e esperança,
E seguir o caminho,
Pois longa é a estrada...


Cláudio Cordeiro 🐉

Reflexão: A Força do Silêncio

“Pense em alguém poderoso… Pense nos Lobos…

Os lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Respire… olhe… sorria… silencie… Siga seu caminho.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a reagir a todos os ataques.

Não é verdade.

Você reage somente ao que quer reagir.
Verbalizar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.

Você pode escolher o silêncio…” – Aldo Novak (com adaptações)


No relacionamento,

Quando as nuvens da desconfiança aportarem… respire no silêncio de um olhar;
No momento que os trovões das discussões assustarem… olhe no silêncio de um sorriso;
E se os raios da mentira, da calúnia, da desconfiança atingirem… sorria no silêncio de uma atitude;
E se a tempestade desabar… utilize a mais poderosa resposta para o momento: O SILÊNCIO.

E quando a tempestade passar… aproveite o despontar do sol para ter uma conversa edificante e esclarecedora… fundamentada na verdade, no respeito, na responsabilidade emocional e impreterivelmente regada com o silêncio da compreensão no entendimento sem julgamentos. Apenas siga!


Cláudio Cordeiro 🐉

E você como vai agir durante a tempestade?

Reflexão: Escolha Amar

Dragon caminhava pelo universo dos pensamentos, após assistir a uma peça teatral, e dialogava consigo mesmo sobre a oportunidade que os momentos nos ensejam a amar.

A peça de teatro intitulada "Raisin in the sun", de Lorraine Hansberry, traz um trecho realmente admirável, que convida o público a refletir sobre os valores que guardam suas almas.

Na peça, uma família afro-americana recebe uma grande quantia em dinheiro proveniente do seguro de vida do pai.

A mãe vê no dinheiro a oportunidade de abandonar a vida difícil que vivia no Harlem, e mudar-se para uma casa no campo, onde a qualidade de vida seria muito mais satisfatória.

A filha, uma moça muito inteligente, vê no dinheiro a sua maior oportunidade. Poderia estudar medicina e realizar assim seu sonho.

O filho mais velho, contudo, tem outros planos na aplicação do dinheiro. Ele apresenta um argumento difícil de ser ignorado. Ele propõe que o dinheiro seja utilizado para a dar início a um negócio em conjunto com um amigo.

Para convencer a família  ele alega que poderá trabalhar por conta própria e facilitar a vida de todos. Promete que, se puder lançar mão do dinheiro, proporcionará à família todos os confortos que a vida proporciona.

A mãe pensa e mesmo a contragosto resolve ceder aos apelos do filho. Ela entendeu ser uma boa oportunidade para o filho. Ela tem de admitir que as oportunidades nunca foram tão boas para ele, e que ele merece essa oportunidade que a vida está lhe oferecendo.

No entanto o tal “amigo” foge da cidade com o dinheiro. Desolado, o filho é forçado a voltar para casa e dizer à família que suas esperanças para o futuro lhe foram roubadas e que seus sonhos de uma vida melhor foram desfeitos.

A irmã atira-lhe no rosto toda sorte de insultos. Qualifica-o com as palavras mais grosseiras que se possa imaginar. Seu desprezo em relação ao irmão não tem limites.

Quando ela para um pouco para respirar, a mãe a interrompe e diz: “pensei que tivesse ensinado você a amar.”

A filha então responde: “amar? Não restou nada nele para eu amar.”

E a mãe diz: “sempre sobra alguma coisa para amar. E, se você não aprendeu isso, não aprendeu nada. Você chorou por ele hoje?”

Não estou perguntando se você chorou por causa de si mesma e de nossa família, por termos perdido todo aquele dinheiro. Estou perguntando se chorou por ele: por aquilo que ele sofreu e pelas consequências que terá de enfrentar.

Filha, quando você acha que é tempo de amar alguém com mais intensidade? No momento em que faz coisas boas e facilita a vida de todos?

Bem, então você ainda não aprendeu nada, porque esse não é o verdadeiro momento para amar. Devemos amar quando a pessoa está se sentindo humilhada e não consegue acreditar em si mesma, porque o mundo a castigou demais.

Se julgar alguém, faça-o da forma certa, filha, da forma certa. Tenha a certeza de que você levou em conta os revezes que ele sofreu antes de chegar ao ponto em que está agora. È preciso calçar a sandália alheia… e sentir sua textura.

Essa é a graça misericordiosa! É o amor ofertado quando não se fez nada para merecê-lo. É o perdão concedido quando não se tem forças para pedi-lo ou não se fez nada para conquista-lo. É a dádiva que flui como as águas refrescantes de um riacho para extinguir as labaredas que queimam na alma.

O amor que o pai nos oferece é muito mais abundante e generoso. A misericórdia de Deus é muito mais grandiosa e sábia.

Baseado no capítulo “Sempre resta alguma coisa para amar”, da obra “Histórias para o coração” – organizado por Alice Gray


O amor julga, promove desunião, agride, revida…? Não. O amor verdadeiro perdoa, acolhe, transforma.

Analise… analisar é uma postura que reflete maturidade. E quando usamos do discernimento na análise estamos sendo maduros emocionalmente.

Alie o discernimento (razão) ao sentimento (coração) e reflita na condição que está impondo ao outro. Sinta suas atitudes, perceba a dureza de suas palavras. Pergunte a si mesmo se gostaria de estar calçando esta sandália.

Por mais que as pessoas, na própria imaturidade, arraigadas as imperfeições – egoísmo, orgulho, vaidade, inveja… – tragam-nos mágoa, dor, sofrimento, desapontamento ou desilusão, lembremos de que sempre resta alguma coisa para amar.

Então! Seja quem perdoa, acolhe e transforma.


Cláudio Cordeiro 🐉

Reflita! Lembre-se! “Sempre Sobra Alguma Coisa Para Amar”

Momento: Inconfesso Desejo

"Queria ter coragem Para falar deste segredo Queria poder declarar ao mundo Este amor Não me falta vontade Não me falta desejo Você é minha vontade Meu maior desejo Queria poder gritar Esta loucura saudável Que é estar em teus braços Perdido pelos teus beijos Sentindo-me louco de desejo Queria recitar versos Cantar aos quatros ventos As palavras que brotam Você é a inspiração Minha motivação Queria falar dos sonhos Dizer os meus secretos desejos Que é largar tudo Para viver com você Este inconfesso desejo"

Carlos Drummond de Andrade


Recostado sob frondosa árvore, Dragon admira o esplendor do entardecer. Acabara de ler memorável poema do poeta mineiro – Carlos Drummond. Seus pensamentos invadem o ambiente redor, perfumando a natureza com o inconfesso desejo.

Assim como o poeta mineiro também tenho… um inconfesso desejo de revelar o AMOR…

Que sinto e decodifica minha alma expondo todas as mais secretas intenções de amar

Que vivo e inibe todos os medos de amar

Que rompeu com as barreiras do convencional, me permitindo adentrar novamente no campo da imaginação, dos sonhos de amar

Que é a mais bela energia criadora e propulsora do infinito desejo de amar

Que motivou a força interior na busca da chave que rompeu a resistência de amar

Que arrebentou as grades de uma vida sem sabor, possibilitando a liberdade de amar

Que coloriu meu mundo com cores vivas na arte transformadora de amar

Que iluminou a estrada do futuro com a luz da felicidade de amar

Que é vigoroso alicerce sustentador da construção que abriga a opulência de amar

E sua maravilhosa inspiração que alimenta meus sonhos, a cada noite, na certeza de ter encontrado o verdadeiro caminho que conduz aos detalhes da simplicidade de amar.

Nada mais inconfessável do que o desejo de desejar o inconfesso desejo…

de confessar a loucura dos secretos pensamentos de amar

de gritar a insensatez dos indefinidos modos de amar

de falar a linguagem capaz de definir os encantos de amar

de cantar a construção das notas verdadeiras e plenas do sentido de amar

de escutar o som do coração que me conduz ao delicioso prazer de amar

de olhar a felicidade que explode além das fronteiras de amar

de caminhar sendo o que sou, sendo livre e tendo a liberdade de amar

de viver no pensamento e ser amado na plenitude do sentimento de amar

E hoje…

Confesso meu inconfessável desejo de descobrir quando é agora o melhor momento para amar Amar a encantadora Phoenix.

… AGORA É O MELHOR MOMENTO DE SEMPRE AMAR… PHOENIX.


Cláudio Cordeiro 🐉

E você já descobriu AGORA quando é o melhor momento para AMAR?

Diálogo: Almas Gêmeas

“Eu reconheci você instantaneamente. Todas as nossas vidas passaram pela minha mente em uma fração de segundo.

Eu senti uma atração tão forte por você que quase não consegui parar. – J. Sterling, In Dreams

Amanhece… o som da noite, em seu sonho, ainda suspira mansamente. O frescor da manhã chega vagarosamente com a brisa úmida a invadir toda a caverna do Dragon. A varanda recebe em seu frescor a doce presença da Phoenix. Esparramada na espreguiçadeira, vislumbra a singular presença da manhã, imersa em pensamentos, reflexiva, estampando um sorriso vivido num olhar translúcido.

Refletia e seus sentimentos transbordavam ao pensar no Dragon. Seus pensamentos esparramados pela brisa invadem o ambiente… como a Phoenix e o Dragon se conheceram. Por mais que tudo indicasse as coincidências, sentia que havia algo mais, afinal, ela sentia que o conhecia desde antes… Seriamos almas gêmeas?

Lentamente, como se estivesse a ler os seus pensamentos, Dragon, se aproxima e a surpreende com um delicioso beijo em seus lábios. Senta ao seu lado e rapidamente o diálogo, o amor se fazem presentes.


O que pensa esta mente em chamas, a observar tão maravilhoso amanhecer? – Perguntou Dragon.

– Dragon, estava me lembrando do dia em que nos reencontramos. E poderia descrever com uma citação do J. Sterling – “Eu reconheci você instantaneamente. Todas as nossas vidas passaram pela minha mente em uma fração de segundo. Eu senti uma atração tão forte por você que quase não consegui parar. ” Não acha estranho que já nos conhecíamos desde antes de nos conhecermos? Devo estar ficando maluca.

Minha adorável Maluca! Não acho estranho. – Carinhosamente respondeu Dragon e concluiu.

– Quando duas Almas afins estão na estrada da vida o Universo se encarrega de aproximá-las.

– As almas afins se olham e enxergam o amor na alma. Porque o amor é mágico e só percebemos isso quando sentimos o olhar, é fotografia com olhos sonhadores, é esperança na incerteza do momento, é fio sútil que permite o encontro no reencontro de almas, é perceber que já nos conhecíamos desde antes de nos conhecermos.

– No momento de nosso reencontro, imediatamente nossos olhos sonharam, sentimos pulsar o amor em nossas almas, percebendo a indescritível sensação de amar.

– Então! Percebemos que encontramos o amor de nossas vidas, a alma gêmea separada, e sabemos que nem mesmo a distância fora capaz de escondê-la de nossos olhos.

Ah, não sei. Acredito ser algo mais do que apenas “Almas afins”… Esta sincronia de pensamentos, amalgama de sentimentos, e similaridades de gostos e maneiras de sermos, o nosso fogo conjunto, e o fato de ambos possuirmos asas e sermos livres… Talvez sejamos um caso de almas gêmeas! – Enfatizou Phoenix

Almas gêmeas? – Dragon ficou a pensar.

Sabe meu querido Dragon, refletindo sobre as almas gêmeas, tenho minhas crenças… Pelo que entendo, é algo como “a outra metade” que completa a inteireza, a combinação perfeita de dois opostos, tipo uma alquimia na química dos elementos, com hemisférios positivos e negativos, em uma totalidade única… Talvez por isto os encontros sejam tão raros… E baseada nisto, posso prever por que as almas gêmeas não ficam juntas com frequência, e mesmo quando elas têm a chance de se reconectar, elas na maioria das vezes ainda se separam.

Por que pensa que isso acontece, se tudo o que buscamos é encontrar nossa almas gêmea? – Pergunta Dragon

Dragon, nós somos seres impulsionados pelo crescimento e pelo desenvolvimento, e por isso acabamos nos conectando com nossas combinações imperfeitas para nos ajudar a expandir, a crescer a nossa espécie e, consequentemente, nos desenvolver como um todo. O desequilíbrio das conexões que não são almas gêmeas acaba criando uma unidade de almas gêmeas mais equilibradas e em constante evolução que, dentro de sua própria grandeza, é perfeita, contendo o que é no interior, e sendo exatamente como deve ser. E do jeito que é, é absolutamente perfeito dentro da totalidade da alma gêmea em que todos estamos juntos. Nós somos um!

Dragon na profundidade de um olhar diz: Alma Gêmea ou não… Nós somos um! Aqui. Agora. Sempre. Sorri. Se aproxima, enlaça a Phoenix em suas asas e sussurra em seu ouvido o doce poema de Rabindranath Tagor, que guardava em seu coração.


"Amor sem fim

Parece que te amei de inúmeras formas, inúmeras vezes ...
Vida após vida, era após era, para sempre.
Meu coração fascinado fez e refez o colar de canções,
Que você leva como um presente, usa em volta do pescoço em suas muitas formas,
Vida após vida, era após era, para sempre.

Sempre que ouço velhas crônicas de amor, é uma dor milenar,
É uma antiga história de estarmos separados ou juntos.
Enquanto eu olho continuamente para o passado, no final você surge,
Vestido com a luz de uma estrela polar, perfurando a escuridão do tempo.
Você se torna uma imagem do que é lembrado para sempre.

Você e eu flutuamos aqui no riacho que traz da fonte.
No cerne do tempo, amor de um pelo outro.
Jogamos ao lado de milhões de amantes,
Compartilhado na mesma tímida doçura de encontro,
as lágrimas angustiantes de despedida,
Amor antigo, mas em formas que se renovam e se renovam para sempre.

Hoje está amontoado a seus pés, encontrou seu fim em você
O amor de todos os dias do homem, tanto no passado como para sempre:
Alegria universal, tristeza universal, vida universal.
As memórias de todos os amores se fundindo com este nosso amor -
E as canções de cada poeta do passado e para sempre.”


Cláudio Cordeiro 🐉 & Cris Repolês 🔥

E Você já encontrou sua Alma Gêmea?

Momento: Corpo e Alma

“Explicar o que sentimos por uma pessoa especial e por quem nos apaixonamos sob os termos estritos da química do amor é subtrair a magia do assunto. ” – Albert Einstein

Phoenix!

Eu me perco na picante sensualidade de seu corpo,

E me encontro na doce suavidade de sua alma.


Indescritível! Exuberante!
A Sensação que desperta em meu corpo, minha alma

Ao despir seu corpo suavemente
Amando-o intensamente.

Ao sensualmente cativar sua alma
Contemplando-a inteiramente.


Me encanta! Me seduz!
O exato momento 
Que nossos pensamentos se tornam um.

No proceder irreverente do seu corpo
Que fica a me provocar
Solicitando carícias e afagos.

No olhar despretensioso de sua alma
Que permanece a me convidar
Desejosa de carinho e amor.

Phoenix!

Eu me perco nas tortuosas e prazerosas curvas de seu corpo,

E me encontro na saborosa ingenuidade de sua alma.


Indescritível! Exuberante!
A Sensação que desperta em meu corpo, minha alma

Ao tatear seu corpo delicadamente,
Com beijos e suspiros
Enlaçando seus lábios
Em minha Alma

Ao navegar sua alma calmamente,
Com olhares e sorrisos
Conduzindo seus desejos
Em meu corpo.


Me encanta! Me seduz!
O exato momento 
Que nossos corpos se tornam um

No balanço frenético e 
Descompassado do seu corpo
Conduzindo meu corpo
Ao mar do prazer

No perfume intenso e 
Sedutor de sua alma
Encaminhando minha alma 
Ao jardim do coração.

Onde a sensação de prazer e amor se acumpliciam


Eu me perco…

Eu me encontro…

No encantador reencontro de nossos corpos,

No inebriante reencontro de nossas almas,

Na liberdade de amar de corpo e alma – a Phoenix.


Cláudio Cordeiro 🐉

E Você já se Encontrou na Liberdade de Amar de Corpo e Alma.

Poema: Phoenix! Mulher de Infinita Beleza

“As pessoas são como vitrais. Elas cintilam e brilham enquanto o sol está no céu, mas quando a escuridão desce, sua beleza só se revela quando há uma luz no interior.” – Elisabeth Kubler

Seu corpo!
Estrada de curvas encantadas,
Perfeitas, sedutoras, alucinadas,
Onde meu desejo transita.


Seus olhos!
Esferas de brilho sensual,
Profundos na magia universal,
Onde minha alma reflete.


Sua boca!
Fonte de lazer,
Calientes de prazer,
Onde meu pensamento se expressa.


Seus lábios!
Moradia de desejos,
Uma poesia de ensejos,
Onde meu beijo silencia.


Seu abraço!
Oásis de inspiração
Um roteiro de intenção
Onde meu corpo permanece.


Sua voz!
Sons de sedução,
Melodia de uma canção,
Onde meu poema vibra.


Seu Sorriso!
Expressão de felicidade,
Alma em expressividade,
Onde meu amor fantasia.


Sua alma!
Leveza que encanta,
Luz do aconchego,
Onde minha alma existe. 

Cláudio Cordeiro 🐉

E você como descreveria a Infinita Beleza de sua Mulher?

Momento: A Tinta Invisível do Prazer

“São coisas em comum que fazem relacionamentos agradáveis, mas são as pequenas diferenças que os tornam interessantes. ” – Todd Ruthman


O relacionamento – namoro, noivado ou casamento – não precisa ser complicado e sem o sabor do desejo, da presença que colore os momentos. Bem sabemos disso, não é?

Muitos dizem: Como manter um relacionamento assim… Outros bradam: Vocês são loucos…

We (Dragon and Phoenix) respondemos: É, somos loucos…muito loucos…

E somos ainda mais loucos e geniais quando nos permitimos amar sem os limites do convencional e do tradicional, utilizando a linha intangível da emoção que conduz a carruagem do prazer nos caminhos da ruptura da distância física.

Em tempos modernos, a tecnologia – Viber, WhatsApp, Skype – promove a ruptura da distância facilitando o contato e assim nos permitindo colorir as páginas do relacionamento à distância com a fio imaginário do pensamento, nos possibilitando sentir o toque, o cheiro e um prazer indescritível.

Este colorido só quem ama consegue enxergar. Só quem ama irá compreender. Só quem ama conseguirá sentir. Absolutamente é muita loucura em tanto prazer! Ou será muito prazer em tanta loucura? O que interessa… É simplesmente uma delícia de loucura prazerosa na prazerosa loucura.

As páginas do livro do relacionamento podem ser escritas, coloridas, rasgadas, amassadas, picotadas… A escolha do que fazer, do como fazer, e porque fazer e se fazer, pertencem a cada um. We (Dragon and Phoenix) escolhemos escrever e colorir as páginas do nosso livro com a tinta invisível do prazer utilizando a caneta do amor.

Como?

Através da beleza dos sonhos e da imaginação do Dragon conduzindo a Phoenix por caminhos que levam ao parque – entre árvores e lagos, que levam a praia – entre coqueiros, pedras e ondas, ao restaurante japonês – com uma divina barca de sushi, sashimi de salmão e salada sunomono, ao bar – com uma bela sinuca e muito chopp, ao carro – pequeno mas poderoso, o sofá – super macio e confortável, a parede – branca e escorregadia, a cozinha – com seu chão geladinho e repleta de frutas e com a sua bancada de mármore negro – tudo do tamanho exato, e assim, os caminhos vão surgindo diante da emoção cotidiana do amar.

Não importa – onde, quando, como – todos os caminhos conduzem ao local onde o prazer encontra seu apogeu na exuberância da paisagem, observada pela janela de vidros transparentes, por onde os raios solares invadem ao amanhecer, os feixes do luar banham a encantadora cama com sua colcha avermelhada. De onde se vislumbra o céu alaranjado, ao entardecer, e as intensas luzes da grande metrópole, refletindo no onipotente rio azul, compondo o finalizar desse caminho, rabiscado com as tintas invisíveis do amor, pleno e intenso. Nos fazendo delirar de prazer ao sonharmos com o dia em que lá será o hoje, o amanhã e o sempre ninho aconchegante do Dragon e da Phoenix.


Cláudio Cordeiro 🐉

E você nos chamaria de Loucos…? Ou consegue enxergar a Tinta Invisível do Prazer?