Poema: Um poema! Uma escrita!

O amor é a chave que nos permite abrir os cadeados do casulo que aprisiona nossas asas, rompendo com o egoísmo e libertando as mais fantásticas emoções. Eu amo intensamente…” – Dragon 🐉


Apesar da infinita distância,
O amor, sorridentemente,
Renasce a cada amanhecer com o Dragon,
Como poesia desenhada pela "lapiseira do coração".

O amor é bem mais que olhares!
É sentir o toque inatingível,
É renascer em cada suspiro de prazer,
Sentindo intensamente a alma do amor.

O amor é bem mais que o tempo!
É uma camisa trocada,
É um corredor para amar,
No mar de esperanças, na arte de esperar.

Esperar pelo tempo. Qual tempo Dragon?
Nosso tempo, tempo nosso,

"Bem mais que o tempo... Que nós perdemos... Ficou pra trás... Também o que nos juntou..."

Tempo incerto, tempo deserto, tempo necessário,
Não! Tempo da verdade, tempo da maturidade.

O amor é bem mais que amar!
Está além de apenas sentir,
É simplicidade no permanecer,
É reciprocidade na intimidade,
É gratidão, confiança, ir além,
É resistir, na sabedoria da distância.

O amor é bem mais que palavras!
É uma linha rascunhada com sonhos,
É uma página desenhada com a "Tinta Invisível" do prazer,
É um caderno escrito na sabedoria dos momentos repleto de intenções,
Intenções de encantar, vivenciar, perceber e amar,
Continuamente no Resplandecer Infinito (de seu) Sorriso.

E a alma da Phoenix pulsa no coração do Dragon!

Cláudio Cordeiro 🐉

Reflexão: A Importância da Escolha

“Existe uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade.” – Albert Einsten

A Lenda Egípcia do Peixinho Vermelho

Na introdução do Livro Libertação, Emmanuel (psicografia de Chico Xavier) nos conta a estória (lenda egípcia) do Peixinho vermelho a qual contaremos ao sabor das emoções do Dragon.


No centro de um formoso jardim, havia um grande lago, adornado de ladrilhos azul-turquesa.

Alimentado por diminuto canal de pedra, escoava suas águas, do outro lado, através de uma grade muito estreita.

Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei, e ali viviam, plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça.

Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, o mais menosprezado de todos. Ele não conseguia pescar sequer a mais leve larva, nem refugiar-se nos nichos barrentos. Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso.

Não encontrando pouso no vastíssimo domicílio, o pobrezinho não dispunha de tempo para muito lazer e começou a estudar sobre outras alternativas com bastante interesse… e, após muito estudo e trabalho, encontrou a grade do escoadouro. E nesse momento, surgiu a grande oportunidade de mudança e juntamente surgiram muitas interrogações pipocando dentro da sua cabecinha:


Você está preparado para encarar essa oportunidade apresentada?
Qual a maior mudança que você está disposto a fazer?
O que te inspira a buscar essa mudança?
Porque você quer fazer essa mudança?
Qual sua disposição para a MUDANÇA?
Qual a melhor opção no momento: assumir os riscos da oportunidade de uma nova vida ou permanecer onde está?

ESCOLHA … e o peixinho vermelho optou pela mudança.

Pronunciando votos renovadores, avançou otimista pelo rego d’água, encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu, embriagado de esperança…

Em breve, alcançou o grande rio e fez inúmeros conhecimentos. Encontrou peixes de muitas famílias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha e descortinando lhe o mais fácil roteiro. Embevecido, contemplou sob as margens homens e animais, embarcações e pontes, palácios e veículos, cabanas e arvoredos.

Conseguiu, desse modo, atingir o oceano, ébrio com tantas novidades e ainda mais sedento de estudos.

De início, porém, fascinado pela paixão de observar, enfrentou em vários momentos dificuldades extremas, mas nunca desanimou, e com fé e esperança, rogou proteção e as dificuldades foram sendo superadas.

O pequeno viajante, agradecido e feliz, procurou companhias simpáticas e aprendeu a evitar os perigos e tentações.

As perguntas continuavam a aparecer para o peixinho:


Qual o volume da sua gratidão com a vida?
O que falta para você ser feliz?
Qual a influência da fé e esperança nas suas escolhas?

Plenamente transformado em suas concepções do mundo, o peixinho passou a reparar as infinitas riquezas da vida.

Vivia, agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando, ao se referir ao seu começo laborioso… se lembrou dos antigos companheiros que ainda viviam naquele mundinho do grande lago.

O peixinho pensou, pensou… e sentindo imensa compaixão ficou a questionar:

Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade?

Não seria nobre ampará-los, prestando-lhes a tempo valiosas informações?

O que você pensa sobre: 

ESCOLHA … e o peixinho vermelho não hesitou, quando optou pelo retorno para convidar os demais a mudança.

Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida, atravessou a grade e procurou, ansiosamente, os velhos companheiros.

Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos…

Ridicularizado, procurou, então, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura. O soberano, um ser completamente entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse.

E o peixinho vermelho fez a todos o convite à mudança, mas alertou a todos das dificuldades que enfrentariam e do sacrifício que deveria ser feito inicialmente. Para prosseguirem com sucesso, todos precisariam emagrecer abstendo-se de devorar tantas larvas e vermes nas locas escuras, precisariam aprender a trabalhar e se tornarem dispostos a estudar tanto quanto fosse necessário à venturosa jornada. Para auxiliar seus companheiros durante a proposta transição, o peixinho se propôs a ser o guia (pois já havia trilhado esse caminho) facilitando a viagem da mudança rumo a felicidade.

Qual sua disposição para enfrentar os sacrifícios da mudança? Perguntou aos seus companheiros…

Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho iniciou a sua viagem de retorno e instalou-se, definitivamente, no Palácio de Coral, aguardando o tempo.

Tempos depois, ouviu falar sobre pavorosa seca a se abater sobre as terras longínquas de onde saíra e pensou em seus companheiros e na oportunidade que deixaram para trás…


E você, Quem é?

O peixinho vermelho ávido de saber sempre buscando expandir os seus horizontes ou o velho rei de barbatanas satisfeito e acomodado com o que tem sem buscar novos desafios?

Dragon estava a meditar sobre uma maravilhosa lenda…realmente muitas pessoas são resistentes às mudanças que a vida traz para cada um de nós, sofrem por diversos tipos de medo de viver algo novo, o que é lamentável, pois a vida pede constantemente por mudanças, não necessariamente grandes, mas para que exercitemos nossa flexibilidade como seres humanos, pela nossa evolução como um todo.

E se vier a seca? Como anda a força que move a sua vida?


Cláudio Cordeiro 🐉

Você é o Peixinho Vermelho de toda transformação!

Poema: Desejo sob a Chuva

Que saibamos ser “o jardineiro” do admirável jardim chamado coração, “o adubo” da sensível terra chamada emoção, “o orvalho” suave a umedecer o maravilhoso jardim chamado relacionamento e “a seiva” pujante que percorre as veias da inusitada paisagem do amor. – Dragon 🐉

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O beijo é o único gesto que não admite teoria…   (Samuel Ross)

Beijo-te assim...
Sem teoria num ardente desejo,
Caminho a ti sorridente,
Na intensidade da chuva,
Caminho em ti suavemente,
Dos lábios aos pés sem curva,
Conduzo seu corpo ao prazer,
Sua alma ao delírio,
Sorvendo, dos deuses, o néctar,
Ao beijar você.

Amo-te assim...
Apaixonado, 
Inteiramente louco,
Pela forma encoberta,
Senti seus lábios tremer,
Inteira vibração,
Sentir essa paixão,
Intenso desejo,
Ao amar você.

Sinto-te assim...
Camiseta branca colada, 
Molhada, suada,
Definindo seu corpo,
Exibindo a harmonia, 
As curvas delineadas,
Perfeitamente encaixada,
No vestido entreaberto,
Sentido a brisa molhada,
No mágico momento,
Ao Sentir Você.

Somos assim...
Almas calientes, 
Corpos ardentes,
A chuva nos beija envolvente,
E no piscar do olhar,
Nos deixamos levar,
Para um mundo, onde só nós,
Aprendizes na arte do amar,
Sabemos vivenciar,
Mãos falando suas próprias línguas,
Línguas expressando suas íntimas intenções,
Intenções com sentimentos que escutam,
Sons de versos em beijos molhados,
Corpos calientes, 
Almas ardentes.

Cláudio Cordeiro 🐉

Você é o Beijo de toda transformação!

Diálogo: É preciso Florescer!

“Eu preciso me encontrar para não te perder!” – Dragon 

O Dragon e a Phoenix estão aprendendo a sair do litoral, adentrando de corpo e alma o mar imenso do relacionamento e intenso da convivência intima do amor. O diálogo se faz necessário e oportuno.

Amado Dragon! 🐉 Para que um relacionamento faça sentido, ele deve florescer, e não pode custar a paz de ninguém. O sentimento deve ser quentinho, e precisa trazer sorrisos bobos em forma de devaneios…

Adorável Phoenix 🔥, o relacionamento é uma infinita dança suave no eterno palco chamado tempo, para apresentação do Eu, no florescer da intimidade dos sorrisos em devaneios, nas conversas que aquecem o sentimento, na privacidade dos momentos íntimos a reflorestar o coração desmatado. E, seu sentido, se faz presente na escolha pelo caminhar em paz na estrada do amor, da verdade, do respeito, da vulnerabilidade, sem magoa, sem medos, sem ressentimento, como vento que penetra em nossos cabelos e dá forma a um bonito esvoaçar.

🔥 Todos merecemos encontrar um amor que verdadeiramente complete a nossa inteireza e nos traga paz interior. Doçura… Carinho… Ternura… Paixão… E um tesão de querer ficar…

🐉 Cabe somente a nós, e a mais ninguém, a decisão de encontrarmos o amor, e caminharmos verdadeiramente com ele na estrada da vida, e assim complementar na inteireza da alma a conquista da paz interior. Ser intensos no sentimento de doçura, carinho, ternura, paixão, que nos faça permanecer no jardim do querer. Nós estamos sempre no comando do jardim a ser explorado e das flores que serão cultivadas.

🔥 Quando o amor não é capaz de trazer serenidade e paz, não te faz se sentir nas alturas, não te coloca num pedestal e não te faz sentir amada, ele não vale a pena.

🐉 O amor! O amor é sempre capaz de trazer serenidade e paz, quando nos encontramos na serenidade e na paz de um relacionamento verdadeiro, inteiro, integro, intenso com o companheiro. O amor é livre, não segue liturgias nem manuais de boa conduta, e jamais, jamais pode ser capturado e colocado em um pedestal – assim como os raios solares, que podem no máximo aquecer nossa mão. O amor é doado com gosto e gratidão. O amor é sentido como a brisa que sopra e refresca o sentimento, a saudade. O amor é gentil, carinhoso, sensível e protetor. O amor é a aventura de conhecer a si mesmo e o seu parceiro a cada dia, escalando o topo de mãos dadas, criando pedestais e reinventando a relação a cada momento.

A cumplicidade, a reciprocidade no cotidiano é um sintoma do sentimento vivenciado na brisa do amor. Brisa que proporciona a incrível sensação de sermos amados verdadeiramente.

O amor vale a pena e não se preocupa com os grandes gestos, percebendo que o simples é o mais valioso. E, que não é possível amar com garantias, seguros de perdas. O risco de se amar é o risco de se viver verdadeiramente um único amor: eis a essência do relacionamento, do existir, do viver. Viver o amor único e amar na existência do amor.

🔥 É preciso permanecer ao lado de uma criatura mística que consiga te fazer feliz e que este ser se sinta feliz com a sua maneira de amar e demonstrar amor. A longo prazo!

🐉 Alcançar um equilíbrio individual e ser feliz sozinho é a única maneira de poder ser feliz acompanhado. Não devemos buscar um companheiro que nos complete, e sim alguém que nos complemente. O amor é uma estrada de mão dupla! O amor é reciprocidade, onde o esforço, o cuidado, os interesses partem dos dois lados, onde o verbo amar é conjugado em nós, a vida construída conjuntamente e não apenas na perspectiva do eu.

Não é necessário pedir, implorar e nem rastejar para que alguém permaneça em nossa vida, sempre merecemos alguém que fique sem precisarmos pedir…. Merecemos alguém que nos ame e seja feliz por este simples ato. Que seja amada e sinta a felicidade no percurso do relacionamento. Então, não dá para morar sozinho numa história de amor porque isso é solitário demais.

“A felicidade vem da atenção às pequenas coisas, e a infelicidade, da negligência pelas pequenas coisas.” Liu-Hiang

Há pessoas que priorizam a si mesmas, que buscam interesses próprios e que nem sempre praticam a sinceridade ou a autenticidade. E isso, sem dúvida, dói e nos causa efeitos secundários devastadores. As relações infelizes nem sempre se baseiam no fato de que um dos dois oferece uma “falsa companhia” ou demonstra ter atitudes egoístas ou limitantes. Há quem “não saiba amar”, há quem não entenda o que é compartilhar, o que é atender às necessidades do parceiro, e o que é cuidar dos detalhes de um compromisso que deve ser incentivado a cada dia e nos pequenos momentos. Ás vezes no relacionamos com pessoas que mesmo nos amando, só conseguem oferecer vazios, infelicidade e, com isso, solidão. Tudo isso nos faz perceber a insegurança, o medo e que estamos caminhando ao sabor do vento e consequentemente nos sentimos infelizes, inseguros.

Simples assim! O amor é como o vento, como um cavalo selvagem, não temos como domá-lo, é apenas a sua essência…

E pode ter a certeza de que, em toda viagem pelo caminho do relacionamento, ele vai soprá-lo para fora do curso. É só uma questão de tempo, na verdade. Em algum momento, todos vamos perder a direção. E quando perdermos a direção sentimos medo, insegurança e infelicidade, precisamos da presença do amor e apenas acreditar que encontraremos o caminho de novo.

O amor resiste ao tempo (curto, médio ou longo), à distância, às doenças, à dificuldade financeira, à falta de conforto, mas jamais sobreviverá à falta da verdade. É assim com tudo na vida. O amor não precisa de contrato… mas integridade e reciprocidade.

Bem… assim! Sejamos nós mesmos e verdadeiros sempre. A felicidade não está nas coisas, está nas sensações fundamentais inscritas nos gestos mais simples. A felicidade não é o fim, é o caminho ou jornada. A felicidade não é um momento, é sempre uma escolha exercida a cada bater de asa. A felicidade não depende do outro, ela nos dá a possibilidade de não atribuir a ninguém (terceiros) o resultado de ser feliz ou infeliz. A escolha é exclusiva de cada um. Se estiver esperando algo acontecer no futuro para ser feliz, quando chegar lá a felicidade terá mudado de lugar. A busca nunca terá fim. Então! Faça sua escolha. Eu fiz a minha… ser feliz no esvoaçar com a Phoenix.

🔥 É preciso saber transformar os momentos difíceis em grandes oportunidades de apoio e de crescimento, e não em uma arena de gladiadores.

🐉 É especialmente interessante o fato de que muitos pensam que é necessário lutar para conseguir amor e, o que é ainda mais incrível, acreditam e lutam arduamente para manter o amor. Lutar é doloroso! Amar não é, ou pelo menos não deveria ser.

“Amável Dragon. Concordo. Amar não é doloroso, pois amar é perceber, sentir aquilo que está além do tempo, é viver uma vida inteira em apenas um momento.”

Penso, Phoenix, que são as condições que impomos ás formas de amar e sermos amados que faz do amor um espetáculo de luta na arena do relacionamento. Simples assim: é o que nós fazemos. Lutamos tanto que passamos a acreditar que o amor machuca, dói. Então, criamos a crença de que quanto mais amamos, mais doloroso será. E, para evitar a dor, pensamos que temos que lutar para não nos machucarmos no amor.

 “O amor é um desafio constante; não é um lugar de repouso, mas é mover-se, crescer, trabalhar em conjunto; em harmonia ou conflito, alegria ou tristeza, isso é secundário em relação ao fato fundamental de que duas pessoas se experimentam mutuamente a partir da essência de sua existência, que são uma com a outra por serem uma consigo mesmas, em vez de fugir de si mesmas. Só há uma prova da presença do amor: a profundidade da relação e a vivacidade e o vigor em cada pessoa envolvida; este é o fruto pelo qual o amor é reconhecido.” – Erich Fromm

Dragon fita o infinito e conclui seu pensamento. Isso não faz nenhum sentido. Porque o amor é livre, gentil, carinhoso, sensível e protetor. O amor é a essência do íntimo, luz intensa que atravessa inteiramente os muros do medo, indiferença, adentrando por entre olhares, beijos, abraços instalando-se intensamente dentro de nós, sem avisar, sem ser visto, apenas sentido. Nosso íntimo é assim mesmo, depende de atitudes, daquilo que sentimos, do que nos faz enxergar para muito além dos olhos. O que nos toca fundo não é manipulado com os dedos, mas com o envolvimento afetivo que paira além das aparências. 

O importante é não deixar acumular ou achar que simplesmente vai aliviar com o passar dos dias. O tempo até tem um papel importante, mas não resolve tudo. Tentar mostrar que tudo sempre está bem requer muita energia, o desgaste emocional é intenso. Não dá pra engolir tudo e simplesmente dizer amém! Eu sei. E como sei. Também não é preciso cometer sincericídios por aí e sair dizendo as coisas entaladas na sua garganta. Mas dá para se expressar.

Bem assim! Tem hora que o sentimento pede pra ser dito, entendido, descodificado, traduzido. Tudo que ele quer é ser exorcizado pela palavra, pelo olhar, pelo toque, pelo abraço… Expressar tranquiliza a dor. Dor não é para sentir eternamente. Dor é vírgula no texto da vida.

“…E se os ventos mudarem, e a tempestade chegar, não tem problema. Eu pego um cata-vento e vou brincar na chuva. O sol sempre há de voltar e as coisas sempre tendem a melhorar. Não há tempestade que dure pra sempre, nem dor alguma que acabe com a felicidade da gente.” Daniel Cajueiro

🔥 Chega de tortura, chega de cansaço, e chega de desperdício de energia vital. A vida é muito curta, e precisamos cultivar, ao invés de destruir. É preciso florescer para o mundo. É preciso reflorestar corações desmatados.

🐉 A vida é muito curta para vivermos permanentemente frustrados. Por isso, e se de verdade desejamos ser felizes, precisamos ser capazes de tomar decisões, de saber no que e em quem desejamos investir o nosso próprio tempo. Decida!!!

A vida, como vento, segue uma estrada própria e cabe a nós descobrirmos como caminhar – sem tortura, cansaço, e desperdício de vida – em uma direção que favoreça o suave esvoaçar dos cabelos, dando a verdadeira sensação de florescer, reflorestar, de certeza e continuidade…

Há caminhos que nos são impostos pelo vento e, na nossa maleabilidade, conseguimos nos adaptar e continuar na estrada. Mas naquilo que só cabe a nós, é de nossa vontade virar a cabeça mudar a direção e nos guiar rumo ao que desejamos.

No fim, a vida pode ser suave na conjunção do esvoaçar gostoso do vento e a deliciosa sensação de ter liberdade para escolher, basta que saibamos enxergar como promover essa dança, essa suave dança, que envolve a nossa existência e nossos desejos.

De modo que nós escolhemos se queremos viver sendo o protagonista da nossa vida ou observá-la como um espectador. A primeira opção vai nos aproximar do amor, da vida, a segunda do papel de vítimas. Depende de nós. Todas e cada uma das nossas decisões deixam marcas que vão construindo o caminho. Não é possível viver o detalhe do amor e seus momentos rasamente, se é para sentir, tem que ser na profundidade do próprio sentimento e da presença que cultiva e aduba o relacionamento.

Bem assim! O raso, o pouco dá preguiça, mas o profundo, intenso, inteiro fascina. Acredito na demonstração de afeto, de amor com reciprocidade. Não adianta só um lado demonstrar que se importa. Aceitar isso seria falta de amor-próprio. O amor deve partir de nós mesmos.

E, quando aprendermos a amar intensamente e inteiramente na profundidade do próprio sentimento, sem medo do amor, não amaremos alguém pela metade, permaneceremos inteiros na relação. E, assim estaremos florescendo para o mundo no jardim secreto do coração reflorestado.

🔥 Cada minuto conta!

🐉 Hoje é um dia perfeito para começar… Todos os dias temos a oportunidade de começar o novo…

“A música precisa de um vazio chamado silêncio para ser ouvida. Um poema precisa do vazio da folha de papel em branco para ser escrito. É no vazio da jarra que se colocam flores.” – Rubem Alves

…e nós encontramos no vazio de um silencioso momento desejado o caminho perdido de nós mesmo.

Flores e espinhos são belezas que crescem juntas, não queira uma só, elas não sabem viver só… Se existe alguma certeza em meio a tantas coisas incertas é que somos seres capazes de nos reinventarmos constantemente.


Cláudio Cordeiro 🐉 e Cristiane Repolês 🔥

Sensual: Vinho, Apenas um Detalhe

“São os pequenos detalhes que fazem a diferença e dão sentido à vida… é o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa, mas intensa, inteira, verdadeira, pura… enquanto durar.” – Dragon

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Naquela noite, no adentrar do delicioso jantar a dois, a suavidade, na sensualidade do momento, invadiu o ambiente. A serenidade do olhar, a delicadeza dos movimentos, a graciosidade do sorriso e o silêncio das palavras entorpeceu a alma na magia do amor. E na intensidade dos beijos e toques, a inteireza da presença entrelaçou os corpos no bailar do desejo, do prazer.

Phoenix extasiada 
No desejo de amar
Dragon inspirado
No prazer de amar
Uma bela e trabalhada botelha buscou 
No cálice, tinto e suave, derramou 

A mágica do tempo iluminou
Da mesa ao sofá, foi transportado 
Em Beijos e abraços sem fim
Na volúpia do pensamento
Em sons e imagens até o fim

O envolvimento exótico
Em brasa a arder
No deleite de movimento erótico

De corpos a sublimar
O Infinito desejo do prazer
Pelo amor, na insensata satisfação
De almas em perfeita conjunção
Na arte de amar

E o néctar, do cálice, foi sorvido, 
No clímax do momento saboreado,
Embriagando o sentimento sentido,
Do sonho acordado e realizado.


Claudio Cordeiro 🐉

Você é o pequeno detalhe na magia da vida !

Artigo: Amor Próprio – Deixar Ir

“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir e chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir” – Cora Coralina

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Não esqueça que ter amor próprio envolve ir embora

“As coisas não mudam, se nós não mudamos.” – Henry David Thoreau

Em alguns momentos nos esforçamos para permanecer, ainda que isso não seja o melhor a fazer. Há ocasiões em que ficar é ir longe demais. Por isso dizemos que fechar algumas portas é necessário quando se tem amor próprio. Ir embora de alguns lugares é cuidar de si. Afastar-se de algumas pessoas também é se proteger.

Não são frases feitas, mas sim a realidade que em algum momento da vida todo mundo vai enfrentar, e algumas vezes a realidade pode ser bastante dolorosa. Assim, ir embora e fechar as portas de nossa vida a alguém que não nos acrescenta nada de bom é positivo e saudável para nós. Com amor próprio conseguimos ver isso.

E um dia, sem que você esperasse, me fui. Sem despedida, sem aviso prévio. Porque às vezes ficar é ir longe demais. – A luz de Candela


Ir embora e encerrar círculos viciosos

Diz-se que temos que evitar cair em três acidentes geométricos: círculos viciosos, triângulos amorosos e mentes quadradas. Esta máxima pode ser muito útil na hora de cuidar da nossa saúde emocional.

Quando decidimos caminhar, pode ser que tenhamos que ir contra nossos desejos. Daríamos qualquer coisa para ter motivos para manter as portas abertas mas, algumas vezes, não há outro remédio que não seja colocar um ponto final onde até então vínhamos deixando apenas vírgulas.

A questão é frear uma dor que pode ser evitada. Falamos de um relacionamento amoroso, de uma amizade ou de qualquer outro tipo de relação. Às vezes é preciso colocar fim na desilusão e no desencanto porque não há mais o que fazer.

Como em outras ocasiões, faremos uso aqui de um texto magnífico; e nesse caso é uma passagem de um romance do escritor Paulo Coelho que nos ajuda a valorizar a importância de ter amor próprio, saber encerrar etapas e deixar ir.

Sempre é preciso saber quando uma etapa de nossa vida acabou. Se insiste em permanecer nela mais tempo do que é necessário, perde a alegria e o sentido de todo o resto. Temos sempre que fechar círculos, ou fechar portas, ou terminar capítulos, como quiser chamar.

O importante é pode fechá-los, e deixar ir momentos da vida que acabam nos prendendo.

Não podemos estar no presente ansiando pelo passado. Nem mesmo nos perguntando o porquê. O que aconteceu já aconteceu e devemos deixar ir, devemos nos desprender. Não podemos ser crianças eternas, nem adolescentes tardios, nem empregados de empresas inexistentes, nem ter vínculos com quem não quer estar vinculado a nós.

Tudo passa e temos que deixar ir!


Mudar de pele, dizer adeus com a mão no peito

De tempos em tempos as serpentes mudam de pele. Para desfazer-se da pele velha, uma serpente escolhe transitar por duas pedras tão próximas que apertem seu corpo, raspando e ajudando a eliminar essa capa que já não quer mais. Mesmo sendo natural, essa transição não é agradável, e de fato provoca até dor, mas essa ação ajuda a cobra a se desprender do que já está desgastado, dando lugar ao novo.

Podemos extrapolar isso para a realidade em que nos encontramos quando chega a hora de dizer adeus. Esse processo final supõe um novo começo e, ainda que nos dê muita angústia, nos oferece um espaço para renascer.

Essa tomada de consciência e esse passo nos ajuda a crescer e amadurecer, a conhecer mais sobre como construir relações saudáveis e significativas com as pessoas e com nosso círculo social. É inevitável o sofrimento quando chega a hora de fechar algumas portas, mas fazer isso é sinônimo de ter amor próprio.

Ao fim, é uma questão de visualizar nossa vida de maneira diferente, de sermos valentes e de mudar o que conhecemos. Porque no final o que conta é só isso, saber crescer, nos permitir um pouco de instabilidade e nos adequar às necessidades que surgem.

Uma vez que tenha feito isso, não pense mais no que foi perdido, e sim em tudo que pode ganhar.

Por: Raquel Brito via http://amenteemaravilhosa.com.br/


Cláudio Cordeiro 🐉

E você está pronto para encerrar seus círculos viciosos e construir relacionamentos saudáveis?

Reflexão: Construa sua Estrada

“A busca do self, de alguma forma, redundará no encontro com a verdade, com a Vida no seu sentido mais profundo, com a iluminação, a libertação de todos os atavismos e complexidades perturbadoras. ” – Joanna de Angelis

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Existem dias assim…

Parece que temos um inferno por dentro. A mente fica confusa, os pensamentos se embaralham, os sentimentos indefinidos, as lágrimas escorrem em abundância, vem o desânimo físico e por aí vai… São as dores da vida. Não é loucura, nem “encosto” e nem TPM. É o clamor da vida lhe comunicando:


Desculpe pelos transtornos, mas a estrada está em manutenção hoje. Preciso vasculhar o meu interior em busca de novas ferramentas e material de qualidade. Preciso reconstruir algo. Preciso recomeçar um novo caminho.”


E não existe uma razão determinada para que isso aconteça. Não somos felizes (alegres), o tempo todo, muito menos tristes (sofremos), todo o tempo. Existem momentos – de alegria e dor – no decorrer dessa grande viagem chamada vida. Eles se alternam frequentemente, ao longo da viagem, e nem sempre, conseguimos compreender as dores da consciência.

Temos que compreender e acolher os momentos – de alegria e felicidade – como placa sinalizadora na estrada da vida, nos convidando a seguir em frente, angariando força e coragem para os momentos seguintes.

Temos que compreender e acolher os momentos – principalmente os mais difíceis e duros – como placa sinalizadora na estrada da vida, nos convidando à mudança, à transformação da direção que estamos seguindo.

A vida é uma estrada com inúmeras “retas e indefinidas curvas” (que bela metáfora). A alegria, felicidade (momento de equilíbrio e harmonia ) são as retas, que antecedem as curvas (momento de dor, angústia, provação) – longas, demoradas, curtas, várias seguidas, suaves ou breves, sempre dependendo da condução, velocidade – escolhas –  exercida no percusso anterior.

Assuma a responsabilidade de suas atitudes, das suas escolhas e construa “novas estradas”. Enfrente suas curvas com coragem, na certeza de que você pode recomeçar sempre. Recomece e não pare mais de construir novos caminhos. Cada um é responsável pela construção de sua estrada, seu caminho. Quais máquinas usar? Quais materiais utilizar? Depende de cada um. Faça a sua escolha!

Eu escolhi utilizar como máquinas a gentileza, a humildade, a simplicidade; como pavimento a paz, a esperança, a perseverança; como placas sinalizadoras o sorriso, o olhar, a palavra, o escutar; e por fim ilumino minha estrada com a luz esclarecedora e motivadora do amor.

A vida te responderá com entusiasmo e alegria para prosseguir. Faça sua escolha!


Cláudio Cordeiro 🐉

Você é o Construtor Único de toda transformação!

Momento: Onde Estará meu Dragon?

Phoenix …

Eu vou ser sua Phoenix e você será o meu Dragon!

Eu darei a você o meu coração e você me dará o seu. Vamos aprender um com o outro, crescer juntos, inspirar e respeitar um ao outro. Nós nos amaremos e as nossas diferenças completarão a nossa inteireza.

Cada um de nós terá um portal, onde definiremos nossos limites e nossas individualidades, mas quando nos encontrarmos, será como se cada um estivesse segurando a chave do portal do outro já por muito tempo… E apesar de termos a chave do portal do outro, pediremos permissão para entrar, e nos curvaremos com respeito e cuidado, usando a bondade e o afeto quando formos convidados a adentrar a alma.

E assim, a minha chave abrirá o seu coração, e sua chave abrirá o meu por toda a eternidade. Porque a Phoenix não morre e o Dragon vive para sempre! Seremos uma família feliz e eu estarei por toda a vida com o meu Dragon.

Foi com ele que eu escolhi passar o resto da minha vida.

A vida é muito curta para se morrer em vida. Todos nascemos para ser felizes! Às vezes me pergunto…

Onde estará o meu Dragon?

Dragon …

Passeando com a Phoenix

Pelos caminhos da vida

Sendo poeta dos versos,

Mais belos e encantadores,

Escritos na página do coração.


Declamando uma poesia

De amor e sedução,

Sentindo o sabor inebriante

Do amar em teus braços;


Recebendo calor

Do teu abraço intenso,

Solvendo mel do prazer

Em teus lábios;


Sentindo suas vértebras,

Ao deslizar dos meus dedos

Sob tua pele,

Ouvindo os gemidos

De tua alma;


Deliciando com o tocar

De meus lábios

Sobre teu corpo

Sedento de prazer,

Percebendo o mordiscar dos lábios;


Escutando o som da água

Se derramando

Sobre teus seios,

Pingando com paixão

Ao sabor do teu desejo;


Explodindo em êxtase,

Ao esparramar sobre a cama,

Nus e selvagens.

Dançando ao sabor gostoso

Da música soprada

Pela brisa que adentra

A janela do coração.


Passeando com a Phoenix

Pelos caminhos da vida  

Sendo artista do amor

Na arte de encantar

E … amar.


Cláudio Cordeiro 🐉 & Cris Repolês 🔥

Amar Você é a melhor parte desse Poema!

Momento: A distância do Momento!

“O amor é o espaço e o tempo medidos pelo coração.” – Marcel Proust

A arte de amar nem sempre é simples… às vezes falta colorido, sobra distância, os traços são fortes ou fracos demais, o pincel se desgasta e em outros momentos a tela parece grande e infinita dando a sensação de que nunca se tornará um belo e encantador quadro. 


Não há como medir 
A distância do momento.
Tão longe ficamos… e,
Não chegamos! 
Nem fomos!
Há um lugar comum
Um vazio… restou
Uma saudade ficou.

Quero ouvir 
Tuas histórias 
Ainda não contadas
Então! Demoras
Um pouco mais…

Ocupa meu olhar 
Com a tua imagem 
Meu desejo
Com tua sensualidade
Minha boca
Com teu beijo.

Acabam-se as tintas, 
Desbotam as cores
Da poesia a ser escrita
No livro da vida.

Não adie o que
O tempo roubou
O medo enterrou. 

Seja meu verso perfeito 
No risco do meu poema
Seja flor temporã
No outono que perdura. 
Seja manhã clara 
Entardecer na varanda
Seja o amor guardado 
Pela eternidade de uma vida
Pelo tempo infinito de um beijo…

Então fica! Então fico! 
Simples assim!


No entanto quando a tinta usada é a tinta “invisível do amor”… todas as distâncias, incertezas e tristezas, se diluem no espaço de uma pincelada, e surpreendentemente, surge acabada e radiante a obra mais bela pintada pelo amor e pela esperança.


Cláudio Cordeiro 🐉

Seja a Presença no Momento da Distância!

Reflexão: Aprendendo a Amar

“Passamos a amar não quando encontramos a pessoa perfeita, mas quando aprendemos a ver de maneira perfeita uma pessoa imperfeita.” – Sam Keen

Dragon refletia sobre a necessidade de nos amarmos… e assim amarmos quem queremos amar.

Quando iniciamos um relacionamento, seja qual for, junto com o amor também entregamos uma pequena lista de sentimentos: medos, frustrações, insegurança, arrogância, carências, angústias, mágoas e muitas dores emocionais. E assim fazemos, porque não providenciamos antes a construção do amor em nós. Esquecemos que primeiramente temos de amar a nós mesmos.

A maneira como nos tratamos é também a forma como vamos tratar as pessoas que amamos. Se a relação com nós mesmo não está bem, como poderemos construir uma relação saudável com outra pessoa? Inevitavelmente esse desajuste no campo pessoal afetará de forma variada e prejudicial a relação com os outros. E o mais interessante é que nem sempre temos consciência dessa falta de auto amor, e por isso passamos a responsabilizar a pessoa que amamos (amigo, namorada, esposa, filho…) pelas situações e fatos ruins que sentimos. Conforme nos diz André Luiz:

“A forma como nos tratamos cria um campo vibracional, energético entre nós e o objeto amado.”

Se nós não nos preocupamos em realizar os nossos desejos, em fazer aquilo que entendemos ser o melhor para nós, não sendo fiel com o nosso querer e com nossas necessidades, com certeza essa atitude poderá trazer desengano e decepção para os nossos relacionamentos afetivos. Precisamos prestar mais atenção às nossas necessidades, tratando com mais leveza e docilidade os nossos desejos mais íntimos. É preciso respeitar os nossos sentimentos para sermos respeitados pelas pessoas e pela vida.

Se vivemos o trágico medo da rejeição, a relação é visitada constantemente pela incontrolável necessidade de agradarmos o outro, no intuito de não perdermos o carinho, o amor.

Se guardamos frustrações e magoas, no decorrer da vida, surge ferrenha e poderosa a cobrança e a rigidez para com a pessoa amada, na tentativa de que ela não trilhe os mesmos caminhos que nos foi motivo de desajustes e dores.

Se não compreendemos a solidão e a carência que trazemos no interior de nossa alma, não compreenderemos a ausência do outro. Assim, a tendência é exigirmos que o outro nos conforte o ego em demasia (mimos) e expresse o reconhecimento constantemente.

Se nós nos encontramos doentes com conosco mesmo, o que acontecerá com nossas relações de amor? O mesmo!  Ela refletirá a nossa doença, dor, magoa e imperfeições.

Se dizemos que amamos alguém, sem antes ter a consciência de que nos amamos, o amor que vamos ofertar acabará sufocado, enjaulado em nossas limitações e desencantos emocionais.

Se nós não conseguimos ter atitudes que diluam nossos problemas, dificuldades, estaremos correndo o risco de colocar a nossa felicidade no bolso do outro. Ninguém é responsável por nos fazer feliz. A nossa felicidade está em nós. Só nós temos esse poder.

Jamais deixe de amar… Continue amando… O amor é a construção do infinito desencadear das relações duradouras. Ame! Mas ame da maneira que você dá conta. Ame! Mas ame com intensidade e verdade. Ame! Mas ame com a delicadeza e perfume da mais simples flor.

Ame! Mas antes de tudo… Conheça-te!


“Simples assim! Ame a si mesmo e aprenda, aprendendo a amar. Fazendo assim, construímos dias plenos de felicidade para nossa vida e na vida de quem amamos.” – Dragon

Cláudio Cordeiro 🐉