Momento: Um Sonho… Um Poema!

“O amor √© perman√™ncia de delicadeza. Amar √© elegante.” – Ita Portugal

O amanhecer adentrava a buc√≥lica cidade dos sonhos, despertando Dragon. Seu olhar sonolento admira a beleza exposta da Phoenix, envolta em sonhos po√©ticos. Do ninho a sala, da sala a cozinha. Toalha estendida, a mesa √© um convite ao caf√© matinal. Frutas, torradas, mel, geleia, queijo, suco… e flores da manh√£ a embelezar o momento.

O aroma do café se diluía ao ambiente já perfumado pela brisa doce e suave do amanhecer refrescando os desejos incontidos do glamoroso Dragon. Os primeiros raios de sol alcançavam a Caverna pela simples e maravilhosa varanda, suscitando o raiar dos pensamentos do Dragon que caminhou até o balanço, esparramou-se perdido nos próprios devaneios. Sentia-se, momentaneamente, perdido, relembrando as intrigantes palavras balbuciadas suavemente pela exuberante Phoenix já adormecida em seus ardentes sonhos.

– “Culpa! De quem √© a culpa? A culpa √© sua!”

Envolto na harmoniosa ansiedade dos pensamentos, Dragon, na v√£ tentativa de decifrar o significado de “A culpa √© sua!”, busca o infinito azul do horizonte. E, no lapso de um olhar desatento, sua emo√ß√£o √© invadida por inef√°vel melodia, cantarolada por belo e magistral p√°ssaro matutino, a encantar sua alma, estremecendo seu corpo. 

Repentinamente, na intensidade dos desejos, o brilho desafiador do sol, envolve-o, inspirando suas reflex√Ķes. Dragon, levanta exuberante, abre suas asas, inteiramente emocionado, direciona intenso olhar sobre a majestosa Cidade dos Sonhos, e brada, aos quatro ventos:


A culpa é sua! Admirável Phoenix!

Por ser ineg√°vel seu corpo!
Estrada de curvas encantadas,
Perfeitas, sedutoras, alucinadas,
Onde meu desejo transita.

Por ser inebriante seus olhos!
Esferas de brilho sensual,
Profundos na magia universal,
Onde minha alma reflete.

Por ser encantadora sua boca!
Fonte de lazer,
Calientes de prazer,
Onde meu pensamento se expressa.

Por ser exuberante seus l√°bios!
Moradia de desejos,
Uma poesia de ensejos,
Onde meu beijo silencia.

Por ser intenso seu abraço!
Fonte de inspiração
Um roteiro de intenção
Onde meu corpo permanece.

Por ser suave sua voz,
Sons de sedução,
Melodia de uma canção,
Onde meu poema vibra.

Por ser irradiante seu Sorriso!
Express√£o de felicidade,
Alma em expressividade,
Onde meu amor fantasia.

A culpa é sua! Admirável Phoenix!

Pelo envolvimento exótico,
Em brasa a arder,
No deleite de movimentos eróticos,
Dos corpos a sublimar,
O Infinito desejo do prazer.
Pelo amor, na insensata satisfação,
De almas em perfeita conjunção,
Na arte de amar.


Dragon silencia. Adentra a caverna, e no piscar de um olhar, admira encantado o sorriso intenso, meigo e sedutor da Phoenix a lhe dizer: Meu desejo! Ser inteiramente sua realidade! Por desnudar minhas emo√ß√Ķes caminhando no jardim do sentimento, construindo pontes de amor sobre o vale do medo e seduzir minha alma, na indel√©vel sensa√ß√£o, infinita e m√°gica, de amar e ser amado na insensatez do momento chamado eternidade.

ūüźČ Sinto imensa saudade na eternidade do sonho do amor da minha vida ūüĒ•

Cl√°udio Cordeiro ūüźČ

Reflex√£o: O Trem da Vida

“Bonito √© andar com essa paz e leveza no peito, recitar os poemas mais bonitos para a vida, sorrir e acompanhar o voo de um passarinho, saber que liberdade √© preencher o cora√ß√£o com aquilo que faz a alma vibrar. Bonito √© sentir a graciosidade do que √© pequeno e singular, √© ser tudo que o esp√≠rito precisa. √Č bonito quem sabe tocar com ternura, quem aprecia as gentilezas do tempo, quem d√° a m√£o para o vento e permite a brisa tocar – dentro – inteiramente. ” – Vitor √Āvila

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"A vida √© como uma viagem num trem, com suas esta√ß√Ķes, suas mudan√ßas de curso, seus acidentes...

Ao nascermos, pegamos o trem e nos encontramos com nossos pais, e acreditamos que sempre viajarão ao nosso lado, mas, em alguma estação, eles descem e nos deixam sós na viagem.

Da mesma forma, outras pessoas pegarão o trem e nos serão significativas: nossos irmãos, amigos, filhos e até mesmo o amor da nossa vida.

Muitos descer√£o e deixar√£o um vazio permanente.. outros passam t√£o despercebidos que nem nos damos conta que eles desocuparam seus assentos.

Esta viagem estará cheia de alegrias, tristezas, fantasias, esperas e despedidas. O êxito consiste em ter uma boa relação com todos os passageiros, dando o melhor de nós.

O grande mistério para todos é que não sabemos em qual estação desceremos. Por isso, devemos viver da melhor maneira, amar, perdoar, oferecer o melhor de nós.

Assim, quando chegar o momento de desembarcar e o nosso assento estiver vazio, vamos deixar bonitas lembranças aos que continuam viajando no trem da vida!!!! "

Viver é um desafio sublime, e realizá-lo com sabedoria é uma bem-aventurança que se encontra à disposição de todo aquele que se resolva decididamente por avançar, auto superar-se e alcançar a paz no encontro consigo mesmo.

Somos viajores nesse tempo fragmentado por Deus chamado VIDA, sendo assim, façamos o melhor dentro do melhor que há em nós, para que o Universo possa conspirar em nosso favor ao longo da existência.

A exist√™ncia √© transit√≥ria como as nuvens do outono. Observar o nascimento e a morte dos seres √© como olhar os momentos da dan√ßa. A dura√ß√£o da vida √© como o brilho de um rel√Ęmpago no c√©u, tal como uma torrente que se precipita montanha abaixo.

A vida é simples, desafiadora, repleta de medos, muros, pontes, portas, caminhos e escolhas Рum desafio transitório gigantesco Рesperando pelo olhar mágico do amor, da positividade encantadora que a reconstrua a cada manhã.

A vida √© bem assim… um momento, um instante, uma pausa, uma viagem de trem que nos convida o tempo todo a fazer escolhas. Escolhas, √°s vezes simples e outras vezes complicadas, mas sempre escolhas.

Eu escolho seguir nessa viagem com a bagagem repleta de compreens√£o, alegria, paz, entendimento, gentileza e muita gratid√£o;

Eu escolho valorizar o que realmente importa na vida – as pessoas;

Eu escolho permanecer no vag√£o da verdade, do companheirismo, da integridade, do respeito;

Eu escolho o amor e a bondade como bilhetes de embarque;

Eu escolho seguir at√© a √ļltima plataforma. Qual? Que importa! Importa √© que fiz minhas escolhas e… haver√° um dia em que eu n√£o haverei de ser feliz…


Cl√°udio Cordeiro ūüźČ

E você está esperando o quê? Faça sua escolha no Trem da Vida.

Poema: Um poema! Uma escrita!

O amor √© a chave que nos permite abrir os cadeados do casulo que aprisiona nossas asas, rompendo com o ego√≠smo e libertando as mais fant√°sticas emo√ß√Ķes. Eu amo intensamente…” – Dragon ūüźČ


Apesar da infinita dist√Ęncia,
O amor, sorridentemente,
Renasce a cada amanhecer com o Dragon,
Como poesia desenhada pela "lapiseira do coração".

O amor é bem mais que olhares!
√Č sentir o toque inating√≠vel,
√Č renascer em cada suspiro de prazer,
Sentindo intensamente a alma do amor.

O amor é bem mais que o tempo!
√Č uma camisa trocada,
√Č um corredor para amar,
No mar de esperanças, na arte de esperar.

Esperar pelo tempo. Qual tempo Dragon?
Nosso tempo, tempo nosso,

"Bem mais que o tempo... Que nós perdemos... Ficou pra trás... Também o que nos juntou..."

Tempo incerto, tempo deserto, tempo necess√°rio,
N√£o! Tempo da verdade, tempo da maturidade.

O amor é bem mais que amar!
Está além de apenas sentir,
√Č simplicidade no permanecer,
√Č reciprocidade na intimidade,
√Č gratid√£o, confian√ßa, ir al√©m,
√Č resistir, na sabedoria da dist√Ęncia.

O amor é bem mais que palavras!
√Č uma linha rascunhada com sonhos,
√Č uma p√°gina desenhada com a "Tinta Invis√≠vel" do prazer,
√Č um caderno escrito na sabedoria dos momentos repleto de inten√ß√Ķes,
Inten√ß√Ķes de encantar, vivenciar, perceber e amar,
Continuamente no Resplandecer Infinito (de seu) Sorriso.

E a alma da Phoenix pulsa no coração do Dragon!

Cl√°udio Cordeiro ūüźČ

Reflex√£o: A Import√Ęncia da Escolha

‚ÄúExiste uma for√ßa motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade¬†e a energia at√īmica: a vontade.‚ÄĚ –¬†Albert Einsten

A Lenda Egípcia do Peixinho Vermelho

Na introdu√ß√£o do Livro Liberta√ß√£o, Emmanuel (psicografia de Chico Xavier) nos conta a est√≥ria (lenda eg√≠pcia) do Peixinho vermelho a qual contaremos ao sabor das emo√ß√Ķes do Dragon.


No centro de um formoso jardim, havia um grande lago, adornado de ladrilhos azul-turquesa.

Alimentado por diminuto canal de pedra, escoava suas águas, do outro lado, através de uma grade muito estreita.

Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei, e ali viviam, plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça.

Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, o mais menosprezado de todos. Ele não conseguia pescar sequer a mais leve larva, nem refugiar-se nos nichos barrentos. Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso.

N√£o encontrando pouso no vast√≠ssimo domic√≠lio, o pobrezinho n√£o dispunha de tempo para muito lazer e come√ßou a estudar sobre outras alternativas com bastante interesse‚Ķ e, ap√≥s muito estudo e trabalho, encontrou a grade do escoadouro. E nesse momento, surgiu a grande oportunidade de mudan√ßa¬†e juntamente surgiram muitas¬†interroga√ß√Ķes pipocando dentro da sua cabecinha:


Você está preparado para encarar essa oportunidade apresentada?
Qual a maior mudança que você está disposto a fazer?
O que te inspira a buscar essa mudança?
Porque você quer fazer essa mudança?
Qual sua disposição para a MUDANÇA?
Qual a melhor opção no momento: assumir os riscos da oportunidade de uma nova vida ou permanecer onde está?

ESCOLHA … e o peixinho vermelho optou pela mudança.

Pronunciando votos renovadores, avan√ßou otimista pelo rego d’√°gua, encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu, embriagado de esperan√ßa…

Em breve, alcan√ßou o grande rio e fez in√ļmeros conhecimentos. Encontrou peixes de muitas fam√≠lias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percal√ßos da marcha e descortinando lhe o mais f√°cil roteiro. Embevecido, contemplou sob¬†as margens homens e animais, embarca√ß√Ķes e pontes, pal√°cios e ve√≠culos, cabanas e arvoredos.

Conseguiu, desse modo, atingir o oceano, √©brio com tantas novidades e ainda mais sedento de estudos.

De início, porém, fascinado pela paixão de observar, enfrentou em vários momentos dificuldades extremas, mas nunca desanimou, e com fé e esperança, rogou proteção e as dificuldades foram sendo superadas.

O pequeno viajante, agradecido e feliz, procurou companhias simp√°ticas e aprendeu a evitar os perigos e tenta√ß√Ķes.

As perguntas continuavam a aparecer para o peixinho:


Qual o volume da sua gratid√£o com a vida?
O que falta para você ser feliz?
Qual a influência da fé e esperança nas suas escolhas?

Plenamente transformado em suas concep√ß√Ķes do mundo, o peixinho passou a reparar as infinitas riquezas da vida.

Vivia, agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando, ao se referir ao seu começo laborioso… se lembrou dos antigos companheiros que ainda viviam naquele mundinho do grande lago.

O peixinho pensou, pensou… e sentindo imensa compaix√£o ficou a questionar:

N√£o seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade?

N√£o seria nobre ampar√°-los, prestando-lhes a tempo valiosas informa√ß√Ķes?

O que voc√™ pensa sobre: 

ESCOLHA ‚Ķ e o peixinho vermelho n√£o hesitou, quando optou pelo retorno para convidar os demais a mudan√ßa.

Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida, atravessou a grade e procurou, ansiosamente, os velhos companheiros.

Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos…

Ridicularizado, procurou, ent√£o, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura. O soberano, um ser completamente entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse.

E o peixinho vermelho fez a todos o convite √† mudan√ßa, mas alertou a todos das dificuldades que enfrentariam e do sacrif√≠cio que deveria ser feito inicialmente. Para prosseguirem com sucesso, todos precisariam emagrecer abstendo-se de devorar tantas larvas e vermes nas locas escuras, precisariam aprender a trabalhar e se tornarem dispostos a estudar tanto quanto fosse necess√°rio √† venturosa jornada. Para auxiliar seus companheiros durante a proposta transi√ß√£o, o peixinho se prop√īs a ser o guia (pois j√° havia trilhado esse caminho) facilitando a viagem da mudan√ßa rumo a felicidade.

Qual sua disposi√ß√£o para enfrentar os sacrif√≠cios da mudan√ßa? Perguntou aos seus companheiros…

Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho iniciou a sua viagem de retorno e instalou-se, definitivamente, no Pal√°cio de Coral, aguardando o tempo.

Tempos depois, ouviu falar sobre pavorosa seca a se abater sobre as terras long√≠nquas de onde sa√≠ra e pensou em seus companheiros e na oportunidade que deixaram para tr√°s…


E você, Quem é?

O peixinho vermelho ávido de saber sempre buscando expandir os seus horizontes ou o velho rei de barbatanas satisfeito e acomodado com o que tem sem buscar novos desafios?

Dragon estava a meditar sobre uma maravilhosa lenda…realmente muitas pessoas s√£o resistentes √†s mudan√ßas que a vida traz para cada um de n√≥s, sofrem por diversos tipos de medo de viver algo novo, o que √© lament√°vel, pois a vida pede constantemente por mudan√ßas, n√£o necessariamente grandes, mas para que exercitemos nossa flexibilidade como seres humanos, pela nossa evolu√ß√£o como um todo.

E se vier a seca? Como anda a força que move a sua vida?


Cl√°udio Cordeiro ūüźČ

Você é o Peixinho Vermelho de toda transformação!

Poema: Desejo sob a Chuva

Que saibamos ser “o jardineiro” do admir√°vel jardim chamado cora√ß√£o, “o adubo” da sens√≠vel terra chamada emo√ß√£o, “o orvalho” suave a umedecer o maravilhoso jardim chamado relacionamento e “a seiva” pujante que percorre as veias da inusitada paisagem do amor. – Dragon ūüźČ

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O beijo √© o √ļnico gesto que n√£o admite teoria‚Ķ   (Samuel Ross)

Beijo-te assim...
Sem teoria num ardente desejo,
Caminho a ti sorridente,
Na intensidade da chuva,
Caminho em ti suavemente,
Dos lábios aos pés sem curva,
Conduzo seu corpo ao prazer,
Sua alma ao delírio,
Sorvendo, dos deuses, o néctar,
Ao beijar você.

Amo-te assim...
Apaixonado, 
Inteiramente louco,
Pela forma encoberta,
Senti seus l√°bios tremer,
Inteira vibração,
Sentir essa paix√£o,
Intenso desejo,
Ao amar você.

Sinto-te assim...
Camiseta branca colada, 
Molhada, suada,
Definindo seu corpo,
Exibindo a harmonia, 
As curvas delineadas,
Perfeitamente encaixada,
No vestido entreaberto,
Sentido a brisa molhada,
No m√°gico momento,
Ao Sentir Você.

Somos assim...
Almas calientes, 
Corpos ardentes,
A chuva nos beija envolvente,
E no piscar do olhar,
Nos deixamos levar,
Para um mundo, onde só nós,
Aprendizes na arte do amar,
Sabemos vivenciar,
Mãos falando suas próprias línguas,
L√≠nguas expressando suas √≠ntimas inten√ß√Ķes,
Inten√ß√Ķes com sentimentos que escutam,
Sons de versos em beijos molhados,
Corpos calientes, 
Almas ardentes.

Cl√°udio Cordeiro ūüźČ

Você é o Beijo de toda transformação!

Di√°logo: √Č preciso Florescer!

“Eu preciso me encontrar para n√£o te perder!” – Dragon 

O Dragon e a Phoenix estão aprendendo a sair do litoral, adentrando de corpo e alma o mar imenso do relacionamento e intenso da convivência intima do amor. O diálogo se faz necessário e oportuno.

Amado Dragon! ūüźČ Para que um relacionamento fa√ßa sentido, ele deve florescer, e n√£o pode custar a paz de ningu√©m. O sentimento deve ser quentinho, e precisa trazer sorrisos bobos em forma de devaneios‚Ķ

Ador√°vel Phoenix ūüĒ•, o relacionamento √© uma infinita dan√ßa suave no eterno palco chamado tempo, para apresenta√ß√£o do Eu, no florescer da intimidade dos sorrisos em devaneios, nas conversas que aquecem o sentimento, na privacidade dos momentos √≠ntimos a reflorestar o cora√ß√£o desmatado. E, seu sentido, se faz presente na escolha pelo caminhar em paz na estrada do amor, da verdade, do respeito, da vulnerabilidade, sem magoa, sem medos, sem ressentimento, como vento que penetra em nossos cabelos e d√° forma a um bonito esvoa√ßar.

ūüĒ• Todos merecemos encontrar um amor que verdadeiramente complete a nossa inteireza e nos traga paz interior. Do√ßura… Carinho‚Ķ Ternura‚Ķ Paix√£o‚Ķ E um tes√£o de querer ficar‚Ķ

ūüźČ Cabe somente a n√≥s, e a mais ningu√©m, a decis√£o de encontrarmos o amor, e caminharmos verdadeiramente com ele na estrada da vida, e assim complementar na inteireza da alma a conquista da paz interior. Ser intensos no sentimento de do√ßura, carinho, ternura, paix√£o, que nos fa√ßa permanecer no jardim do querer. N√≥s estamos sempre no comando do jardim a ser explorado e das flores que ser√£o cultivadas.

ūüĒ• Quando o amor n√£o √© capaz de trazer serenidade e paz, n√£o te faz se sentir nas alturas, n√£o te coloca num pedestal e n√£o te faz sentir amada, ele n√£o vale a pena.

ūüźČ O amor! O amor √© sempre capaz de trazer serenidade e paz, quando nos encontramos na serenidade e na paz de um relacionamento verdadeiro, inteiro, integro, intenso com o companheiro. O amor √© livre, n√£o segue liturgias nem manuais de boa conduta, e jamais, jamais pode ser capturado e colocado em um pedestal ‚Äď assim como os raios solares, que podem no m√°ximo aquecer nossa m√£o. O amor √© doado com gosto e gratid√£o. O amor √© sentido como a brisa que sopra e refresca o sentimento, a saudade. O amor √© gentil, carinhoso, sens√≠vel e protetor. O amor √© a aventura de conhecer a si mesmo e o seu parceiro a cada dia, escalando o topo de m√£os dadas, criando pedestais e reinventando a rela√ß√£o a cada momento.

A cumplicidade, a reciprocidade no cotidiano é um sintoma do sentimento vivenciado na brisa do amor. Brisa que proporciona a incrível sensação de sermos amados verdadeiramente.

O amor vale a pena e n√£o se preocupa com os grandes gestos, percebendo que o simples √© o mais valioso. E, que n√£o √© poss√≠vel amar com garantias, seguros de perdas. O risco de se amar √© o risco de se viver verdadeiramente um √ļnico amor: eis a ess√™ncia do relacionamento, do existir, do viver. Viver o amor √ļnico e amar na exist√™ncia do amor.

ūüĒ• √Č preciso permanecer ao lado de uma criatura m√≠stica que consiga te fazer feliz e que este ser se sinta feliz com a sua maneira de amar e demonstrar amor. A longo prazo!

ūüźČ Alcan√ßar um equil√≠brio individual e ser feliz sozinho √© a √ļnica maneira de poder ser feliz acompanhado. N√£o devemos buscar um companheiro que nos complete, e sim algu√©m que nos complemente. O amor √© uma estrada de m√£o dupla! O amor √© reciprocidade, onde o esfor√ßo, o cuidado, os interesses partem dos dois lados, onde o verbo amar √© conjugado em n√≥s, a vida constru√≠da conjuntamente e n√£o apenas na perspectiva do eu.

N√£o √© necess√°rio pedir, implorar e nem rastejar para que algu√©m permane√ßa em nossa vida, sempre merecemos algu√©m que fique sem precisarmos pedir…. Merecemos algu√©m que nos ame e seja feliz por este simples ato. Que seja amada e sinta a felicidade no percurso do relacionamento. Ent√£o, n√£o d√° para morar sozinho numa hist√≥ria de amor porque isso √© solit√°rio demais.

“A felicidade vem da aten√ß√£o √†s pequenas coisas, e a infelicidade, da neglig√™ncia pelas pequenas coisas.” Liu-Hiang

H√° pessoas que priorizam a si mesmas, que buscam interesses pr√≥prios e que nem sempre praticam a sinceridade ou a autenticidade. E isso, sem d√ļvida, d√≥i e nos causa efeitos secund√°rios devastadores. As rela√ß√Ķes infelizes nem sempre se baseiam no fato de que um dos dois oferece uma ‚Äúfalsa companhia‚ÄĚ ou demonstra ter atitudes ego√≠stas ou limitantes. H√° quem ‚Äún√£o saiba amar‚ÄĚ, h√° quem n√£o entenda o que √© compartilhar, o que √© atender √†s necessidades do parceiro, e o que √© cuidar dos detalhes de um compromisso que deve ser incentivado a cada dia e nos pequenos momentos. √Ās vezes no relacionamos com pessoas que mesmo nos amando, s√≥ conseguem oferecer vazios, infelicidade e, com isso, solid√£o. Tudo isso nos faz perceber a inseguran√ßa, o medo e que estamos caminhando ao sabor do vento e consequentemente nos sentimos infelizes, inseguros.

Simples assim! O amor √© como o vento, como um cavalo selvagem, n√£o temos como dom√°-lo, √© apenas a sua ess√™ncia…

E pode ter a certeza de que, em toda viagem pelo caminho do relacionamento, ele vai sopr√°-lo para fora do curso. √Č s√≥ uma quest√£o de tempo, na verdade. Em algum momento, todos vamos perder a dire√ß√£o. E quando perdermos a dire√ß√£o sentimos medo, inseguran√ßa e infelicidade, precisamos da presen√ßa do amor e apenas acreditar que encontraremos o caminho de novo.

O amor resiste ao tempo (curto, m√©dio ou longo), √† dist√Ęncia, √†s doen√ßas, √† dificuldade financeira, √† falta de conforto, mas jamais sobreviver√° √† falta da verdade. √Č assim com tudo na vida. O amor n√£o precisa de contrato… mas integridade e reciprocidade.

Bem… assim! Sejamos n√≥s mesmos e verdadeiros sempre. A felicidade n√£o est√° nas coisas, est√° nas sensa√ß√Ķes fundamentais inscritas nos gestos mais simples. A felicidade n√£o √© o fim, √© o caminho ou jornada. A felicidade n√£o √© um momento, √© sempre uma escolha exercida a cada bater de asa. A felicidade n√£o depende do outro, ela nos d√° a possibilidade de n√£o atribuir a ningu√©m (terceiros) o resultado de ser feliz ou infeliz. A escolha √© exclusiva de cada um. Se estiver esperando algo acontecer no futuro para ser feliz, quando chegar l√° a felicidade ter√° mudado de lugar. A busca nunca ter√° fim. Ent√£o! Fa√ßa sua escolha. Eu fiz a minha… ser feliz no esvoa√ßar com a Phoenix.

ūüĒ• √Č preciso saber transformar os momentos dif√≠ceis em grandes oportunidades de apoio e de crescimento, e n√£o em uma arena de gladiadores.

ūüźČ √Č especialmente interessante o fato de que muitos pensam que √© necess√°rio lutar para conseguir amor e, o que √© ainda mais incr√≠vel, acreditam e lutam arduamente para manter o amor. Lutar √© doloroso! Amar n√£o √©, ou pelo menos n√£o deveria ser.

‚ÄúAm√°vel Dragon. Concordo. Amar n√£o √© doloroso, pois amar √© perceber, sentir aquilo que est√° al√©m do tempo, √© viver uma vida inteira em apenas um momento.‚ÄĚ

Penso, Phoenix, que s√£o as condi√ß√Ķes que impomos √°s formas de amar e sermos amados que faz do amor um espet√°culo de luta na arena do relacionamento. Simples assim: √© o que n√≥s fazemos. Lutamos tanto que passamos a acreditar que o amor machuca, d√≥i. Ent√£o, criamos a cren√ßa de que quanto mais amamos, mais doloroso ser√°. E, para evitar a dor, pensamos que temos que lutar para n√£o nos machucarmos no amor.

 ‚ÄúO amor √© um desafio constante; n√£o √© um lugar de repouso, mas √© mover-se, crescer, trabalhar em conjunto; em harmonia ou conflito, alegria ou tristeza, isso √© secund√°rio em rela√ß√£o ao fato fundamental de que duas pessoas se experimentam mutuamente a partir da ess√™ncia de sua exist√™ncia, que s√£o uma com a outra por serem uma consigo mesmas, em vez de fugir de si mesmas. S√≥ h√° uma prova da presen√ßa do amor: a profundidade da rela√ß√£o e a vivacidade e o vigor em cada pessoa envolvida; este √© o fruto pelo qual o amor √© reconhecido.‚ÄĚ – Erich Fromm

Dragon fita o infinito e conclui seu pensamento. Isso n√£o faz nenhum sentido. Porque o amor √© livre, gentil, carinhoso, sens√≠vel e protetor. O amor √© a ess√™ncia do √≠ntimo, luz intensa que atravessa inteiramente os muros do medo, indiferen√ßa, adentrando por entre olhares, beijos, abra√ßos instalando-se intensamente dentro de n√≥s, sem avisar, sem ser visto, apenas sentido. Nosso √≠ntimo √© assim mesmo, depende de atitudes, daquilo que sentimos, do que nos faz enxergar para muito al√©m dos olhos. O que nos toca fundo n√£o √© manipulado com os dedos, mas com o envolvimento afetivo que paira al√©m das apar√™ncias. 

O importante é não deixar acumular ou achar que simplesmente vai aliviar com o passar dos dias. O tempo até tem um papel importante, mas não resolve tudo. Tentar mostrar que tudo sempre está bem requer muita energia, o desgaste emocional é intenso. Não dá pra engolir tudo e simplesmente dizer amém! Eu sei. E como sei. Também não é preciso cometer sincericídios por aí e sair dizendo as coisas entaladas na sua garganta. Mas dá para se expressar.

Bem assim! Tem hora que o sentimento pede pra ser dito, entendido, descodificado, traduzido. Tudo que ele quer √© ser exorcizado pela palavra, pelo olhar, pelo toque, pelo abra√ßo… Expressar tranquiliza a dor. Dor n√£o √© para sentir eternamente. Dor √© v√≠rgula no texto da vida.

“…E se os ventos mudarem, e a tempestade chegar, n√£o tem problema. Eu pego um cata-vento e vou brincar na chuva. O sol sempre h√° de voltar e as coisas sempre tendem a melhorar. N√£o h√° tempestade que dure pra sempre, nem dor alguma que acabe com a felicidade da gente.” Daniel Cajueiro

ūüĒ• Chega de tortura, chega de cansa√ßo, e chega de desperd√≠cio de energia vital. A vida √© muito curta, e precisamos cultivar, ao inv√©s de destruir. √Č preciso florescer para o mundo. √Č preciso reflorestar cora√ß√Ķes desmatados.

ūüźČ A vida √© muito curta para vivermos permanentemente frustrados. Por isso, e se de verdade desejamos ser felizes, precisamos ser capazes de tomar decis√Ķes, de saber no que e em quem desejamos investir o nosso pr√≥prio tempo. Decida!!!

A vida, como vento, segue uma estrada pr√≥pria e cabe a n√≥s descobrirmos como caminhar ‚Äď sem tortura, cansa√ßo, e desperd√≠cio de vida – em uma dire√ß√£o que favore√ßa o suave esvoa√ßar dos cabelos, dando a verdadeira sensa√ß√£o de florescer, reflorestar, de certeza e continuidade…

Há caminhos que nos são impostos pelo vento e, na nossa maleabilidade, conseguimos nos adaptar e continuar na estrada. Mas naquilo que só cabe a nós, é de nossa vontade virar a cabeça mudar a direção e nos guiar rumo ao que desejamos.

No fim, a vida pode ser suave na conjunção do esvoaçar gostoso do vento e a deliciosa sensação de ter liberdade para escolher, basta que saibamos enxergar como promover essa dança, essa suave dança, que envolve a nossa existência e nossos desejos.

De modo que n√≥s escolhemos se queremos viver sendo o protagonista da nossa vida ou observ√°-la como um espectador. A primeira op√ß√£o vai nos aproximar do amor, da vida, a segunda do papel de v√≠timas. Depende de n√≥s. Todas e cada uma das nossas decis√Ķes deixam marcas que v√£o construindo o caminho. N√£o √© poss√≠vel viver o detalhe do amor e seus momentos rasamente, se √© para sentir, tem que ser na profundidade do pr√≥prio sentimento e da presen√ßa que cultiva e aduba o relacionamento.

Bem assim! O raso, o pouco d√° pregui√ßa, mas o profundo, intenso, inteiro fascina. Acredito na demonstra√ß√£o de afeto, de amor com reciprocidade. N√£o adianta s√≥ um lado demonstrar que se importa. Aceitar isso seria falta de amor-pr√≥prio. O amor deve partir de n√≥s mesmos.

E, quando aprendermos a amar intensamente e inteiramente na profundidade do próprio sentimento, sem medo do amor, não amaremos alguém pela metade, permaneceremos inteiros na relação. E, assim estaremos florescendo para o mundo no jardim secreto do coração reflorestado.

ūüĒ• Cada minuto conta!

ūüźČ Hoje √© um dia perfeito para come√ßar… Todos os dias temos a oportunidade de come√ßar o novo…

“A m√ļsica precisa de um vazio chamado sil√™ncio para ser ouvida. Um poema precisa do vazio da folha de papel em branco para ser escrito. √Č no vazio da jarra que se colocam flores.” – Rubem Alves

…e n√≥s encontramos no vazio de um silencioso momento desejado o caminho perdido de n√≥s mesmo.

Flores e espinhos s√£o belezas que crescem juntas, n√£o queira uma s√≥, elas n√£o sabem viver s√≥… Se existe alguma certeza em meio a tantas coisas incertas √© que somos seres capazes de nos reinventarmos constantemente.


Cl√°udio Cordeiro ūüźČ e Cristiane Repol√™s ūüĒ•

Sensual: Vinho, Apenas um Detalhe

“S√£o os pequenos detalhes que fazem a diferen√ßa e d√£o sentido √† vida… √© o que faz com que ela n√£o seja nem curta, nem longa, mas intensa, inteira, verdadeira, pura… enquanto durar.” – Dragon

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Naquela noite, no adentrar do delicioso jantar a dois, a suavidade, na sensualidade do momento, invadiu o ambiente. A serenidade do olhar, a delicadeza dos movimentos, a graciosidade do sorriso e o silêncio das palavras entorpeceu a alma na magia do amor. E na intensidade dos beijos e toques, a inteireza da presença entrelaçou os corpos no bailar do desejo, do prazer.

Phoenix extasiada 
No desejo de amar
Dragon inspirado
No prazer de amar
Uma bela e trabalhada botelha buscou 
No c√°lice, tinto e suave, derramou 

A m√°gica do tempo iluminou
Da mesa ao sof√°, foi transportado 
Em Beijos e abraços sem fim
Na vol√ļpia do pensamento
Em sons e imagens até o fim

O envolvimento exótico
Em brasa a arder
No deleite de movimento erótico

De corpos a sublimar
O Infinito desejo do prazer
Pelo amor, na insensata satisfação
De almas em perfeita conjunção
Na arte de amar

E o néctar, do cálice, foi sorvido, 
No clímax do momento saboreado,
Embriagando o sentimento sentido,
Do sonho acordado e realizado.


Claudio Cordeiro ūüźČ

Você é o pequeno detalhe na magia da vida !

Artigo: Amor Pr√≥prio – Deixar Ir

“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir e chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante √© o decidir” – Cora Coralina

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Não esqueça que ter amor próprio envolve ir embora

‚ÄúAs coisas n√£o mudam, se n√≥s n√£o mudamos.‚ÄĚ ‚Äď Henry David Thoreau

Em alguns momentos nos esfor√ßamos para permanecer, ainda que isso n√£o seja o¬†melhor a fazer.¬†H√° ocasi√Ķes em que ficar √© ir longe demais.¬†Por isso dizemos que fechar algumas portas √© necess√°rio quando se tem amor pr√≥prio. Ir embora de alguns lugares √© cuidar de si. Afastar-se de algumas pessoas tamb√©m √© se proteger.

Não são frases feitas, mas sim a realidade que em algum momento da vida todo mundo vai enfrentar, e algumas vezes a realidade pode ser bastante dolorosa. Assim, ir embora e fechar as portas de nossa vida a alguém que não nos acrescenta nada de bom é positivo e saudável para nós. Com amor próprio conseguimos ver isso.

E um dia, sem que você esperasse, me fui. Sem despedida, sem aviso prévio. Porque às vezes ficar é ir longe demais. РA luz de Candela


Ir embora e encerrar círculos viciosos

Diz-se que temos que evitar cair em tr√™s acidentes geom√©tricos: c√≠rculos viciosos, tri√Ęngulos amorosos e mentes quadradas. Esta m√°xima pode ser muito √ļtil na hora de cuidar da nossa sa√ļde emocional.

Quando decidimos caminhar, pode ser que tenhamos que ir contra nossos desejos. Daríamos qualquer coisa para ter motivos para manter as portas abertas mas, algumas vezes, não há outro remédio que não seja colocar um ponto final onde até então vínhamos deixando apenas vírgulas.

A questão é frear uma dor que pode ser evitada. Falamos de um relacionamento amoroso, de uma amizade ou de qualquer outro tipo de relação. Às vezes é preciso colocar fim na desilusão e no desencanto porque não há mais o que fazer.

Como em outras ocasi√Ķes, faremos uso aqui de um texto magn√≠fico; e nesse caso √© uma passagem de um romance do escritor Paulo Coelho que nos ajuda a valorizar a import√Ęncia de ter amor pr√≥prio, saber encerrar etapas e deixar ir.

Sempre é preciso saber quando uma etapa de nossa vida acabou. Se insiste em permanecer nela mais tempo do que é necessário, perde a alegria e o sentido de todo o resto. Temos sempre que fechar círculos, ou fechar portas, ou terminar capítulos, como quiser chamar.

O importante é pode fechá-los, e deixar ir momentos da vida que acabam nos prendendo.

Não podemos estar no presente ansiando pelo passado. Nem mesmo nos perguntando o porquê. O que aconteceu já aconteceu e devemos deixar ir, devemos nos desprender. Não podemos ser crianças eternas, nem adolescentes tardios, nem empregados de empresas inexistentes, nem ter vínculos com quem não quer estar vinculado a nós.

Tudo passa e temos que deixar ir!


Mudar de pele, dizer adeus com a m√£o no peito

De tempos em tempos as serpentes mudam de pele. Para desfazer-se da pele velha, uma serpente escolhe transitar por duas pedras tão próximas que apertem seu corpo, raspando e ajudando a eliminar essa capa que já não quer mais. Mesmo sendo natural, essa transição não é agradável, e de fato provoca até dor, mas essa ação ajuda a cobra a se desprender do que já está desgastado, dando lugar ao novo.

Podemos extrapolar isso para a realidade em que nos encontramos quando chega a hora de dizer adeus. Esse processo final sup√Ķe um novo come√ßo e, ainda que nos d√™ muita ang√ļstia, nos oferece um espa√ßo para renascer.

Essa tomada de consci√™ncia e esse passo nos ajuda a crescer e amadurecer, a conhecer mais sobre como construir rela√ß√Ķes saud√°veis e significativas com as pessoas e com nosso c√≠rculo social. √Č inevit√°vel o sofrimento quando chega a hora de fechar algumas portas, mas fazer isso √© sin√īnimo de ter amor pr√≥prio.

Ao fim, é uma questão de visualizar nossa vida de maneira diferente, de sermos valentes e de mudar o que conhecemos. Porque no final o que conta é só isso, saber crescer, nos permitir um pouco de instabilidade e nos adequar às necessidades que surgem.

Uma vez que tenha feito isso, não pense mais no que foi perdido, e sim em tudo que pode ganhar.

Por: Raquel Brito via http://amenteemaravilhosa.com.br/


Cl√°udio Cordeiro ūüźČ

E você está pronto para encerrar seus círculos viciosos e construir relacionamentos saudáveis?

Reflex√£o: Construa sua Estrada

‚ÄúA busca do self, de alguma forma, redundar√° no encontro com a verdade, com a Vida no seu sentido mais profundo, com a ilumina√ß√£o, a liberta√ß√£o de todos os atavismos e complexidades perturbadoras. ‚ÄĚ – Joanna de Angelis

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Existem dias assim…

Parece que temos um inferno por dentro. A mente fica confusa, os pensamentos se embaralham, os sentimentos indefinidos, as l√°grimas escorrem em abund√Ęncia, vem o des√Ęnimo f√≠sico e por a√≠ vai… S√£o as dores da vida. N√£o √© loucura, nem ‚Äúencosto‚ÄĚ e nem TPM. √Č o clamor da vida¬†lhe comunicando:


‚ÄúDesculpe pelos transtornos, mas a estrada est√° em manuten√ß√£o hoje. Preciso vasculhar o meu interior¬†em busca de novas ferramentas e material¬†de qualidade. Preciso reconstruir algo. Preciso recome√ßar um novo caminho.‚ÄĚ


E não existe uma razão determinada para que isso aconteça. Não somos felizes (alegres), o tempo todo, muito menos tristes (sofremos), todo o tempo. Existem momentos Рde alegria e dor Рno decorrer dessa grande viagem chamada vida. Eles se alternam frequentemente, ao longo da viagem, e nem sempre, conseguimos compreender as dores da consciência.

Temos que compreender e acolher os momentos – de alegria e felicidade – como placa sinalizadora na estrada da vida, nos convidando a seguir em frente, angariando for√ßa e coragem para os momentos seguintes.

Temos que compreender e acolher os momentos Рprincipalmente os mais difíceis e duros Рcomo placa sinalizadora na estrada da vida, nos convidando à mudança, à transformação da direção que estamos seguindo.

A vida √© uma estrada com in√ļmeras “retas e indefinidas curvas” (que bela met√°fora). A alegria, felicidade (momento de equil√≠brio e harmonia ) s√£o as retas, que antecedem as curvas (momento de dor, ang√ļstia, prova√ß√£o) – longas, demoradas, curtas, v√°rias seguidas, suaves ou breves, sempre dependendo da condu√ß√£o, velocidade – escolhas –  exercida no percusso anterior.

Assuma a responsabilidade de suas atitudes, das suas escolhas e construa “novas estradas”. Enfrente suas curvas com coragem, na certeza de que voc√™ pode¬†recome√ßar sempre. Recomece e n√£o pare mais de construir novos caminhos. Cada um √© respons√°vel pela constru√ß√£o de sua estrada, seu caminho. Quais m√°quinas usar? Quais materiais utilizar? Depende de cada um. Fa√ßa a sua escolha!

Eu escolhi utilizar como máquinas a gentileza, a humildade, a simplicidade; como pavimento a paz, a esperança, a perseverança; como placas sinalizadoras o sorriso, o olhar, a palavra, o escutar; e por fim ilumino minha estrada com a luz esclarecedora e motivadora do amor.

A vida te responderá com entusiasmo e alegria para prosseguir. Faça sua escolha!


Cl√°udio Cordeiro ūüźČ

Você é o Construtor Único de toda transformação!

Momento: Onde Estar√° meu Dragon?

Phoenix …

Eu vou ser sua Phoenix e você será o meu Dragon!

Eu darei a você o meu coração e você me dará o seu. Vamos aprender um com o outro, crescer juntos, inspirar e respeitar um ao outro. Nós nos amaremos e as nossas diferenças completarão a nossa inteireza.

Cada um de n√≥s ter√° um portal, onde definiremos nossos limites e nossas individualidades, mas quando nos encontrarmos, ser√° como se cada um estivesse segurando a chave do portal do outro j√° por muito tempo… E apesar de termos a chave do portal do outro, pediremos permiss√£o para entrar, e nos curvaremos com respeito e cuidado, usando a bondade e o afeto quando formos convidados a adentrar a alma.

E assim, a minha chave abrirá o seu coração, e sua chave abrirá o meu por toda a eternidade. Porque a Phoenix não morre e o Dragon vive para sempre! Seremos uma família feliz e eu estarei por toda a vida com o meu Dragon.

Foi com ele que eu escolhi passar o resto da minha vida.

A vida √© muito curta para se morrer em vida. Todos nascemos para ser felizes! √Äs vezes me pergunto…

Onde estar√° o meu Dragon?

Dragon …

Passeando com a Phoenix

Pelos caminhos da vida

Sendo poeta dos versos,

Mais belos e encantadores,

Escritos na página do coração.


Declamando uma poesia

De amor e sedução,

Sentindo o sabor inebriante

Do amar em teus braços;


Recebendo calor

Do teu abraço intenso,

Solvendo mel do prazer

Em teus l√°bios;


Sentindo suas vértebras,

Ao deslizar dos meus dedos

Sob tua pele,

Ouvindo os gemidos

De tua alma;


Deliciando com o tocar

De meus l√°bios

Sobre teu corpo

Sedento de prazer,

Percebendo o mordiscar dos l√°bios;


Escutando o som da √°gua

Se derramando

Sobre teus seios,

Pingando com paix√£o

Ao sabor do teu desejo;


Explodindo em êxtase,

Ao esparramar sobre a cama,

Nus e selvagens.

Dançando ao sabor gostoso

Da m√ļsica soprada

Pela brisa que adentra

A janela do coração.


Passeando com a Phoenix

Pelos caminhos da vida  

Sendo artista do amor

Na arte de encantar

E … amar.


Cl√°udio Cordeiro ūüźČ & Cris Repol√™s ūüĒ•

Amar Você é a melhor parte desse Poema!