Dragon! Dragon… Phoenix! Phoenix…

Dragon! Intenso Dragon… Phoenix! Imensurável Phoenix…
Dragon! Inteiro Dragon… Phoenix! Infinita Phoenix…

Defini-los…

É como sussurrar o amor na infinita arte de amar. É ser intrínseco nos detalhes do amar no suspiro intenso do desejo. É enjaular o amor na intensidade e o amar na inteireza de um espaço, limitando a viagem magnífica até os confins do Universo. De alguma forma, é circunscrever o infinito, restringir o imensurável. Mesmo porque e ainda quando as definições são elásticas, o pensamento é reduzido e enjaulado em palavras, retendo as imensas possibilidades que necessitam ser adentradas e descobertas no encontro do Yin e do Yang para defini-los no universo do amor, do prazer e da sensualidade.

Prazer, DRAGON.

Sou um Dragon, voo livremente pelo coração da pessoa que amo. Simples assim! Sonho, acordado, na cidade dos sonhos, com o Reino Encantado do Amor. Um reino onde dar, é infinitamente melhor do que receber. E, receber é intensamente gratificante e reconhecido. Onde o mais importante é amar inteiramente, onde a compaixão, a compreensão exceda o julgamento, onde a conversa madura envolva os momentos de dificuldades, onde a paz absorva o ódio, e o perdão envergonhe a vingança. […]

Bem vinda, PHOENIX.

Quando menos esperamos, o destino aporta em nossa estrada e nos apresenta “seres” os quais sonhamos uma vida inteira encontrar. Em certos casos, temos o desafio de passar por estradas estreitas e difíceis: Sofrimento, decepção, ilusão, carência, indiferença… são estradas, mas se não caminharmos, nunca saberemos onde ela quer nos levar e desvendar. Quase sempre estão em nossas mãos os recursos dos sonhos, portanto, permitir que alguém chegue ao nosso ponto fraco é arriscado, perigoso, nunca sabemos as intenções da pessoa. De vez em quando, temos que reconhecer que o mundo fica chato, as coisas não fazem sentido. Afinal, todos querem ser de rocha, mas até os estúpidos heróis sangram um dia. Sobre aquele conceito que só o sentimento enobrece, não concordo, a felicidade realmente nos melhora como seres humanos. Às vezes, constatamos que só há vazio dentro de nós, que só temos gelo no estômago. Cadê as borboletas? E assim, descobrimos que em meio ao vazio, ainda existem esconderijos de luz dentro do corpo. Tem pessoas que são assim, entram em nossas vidas e fazem uma vida inteira valer a pena. O melhor do amor não se escreve, talvez não se fale jamais.


Cláudio Cordeiro

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